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Polícia

Criminosos invadem escola pública no Projeto Brígida e levam equipamentos em Orocó (PE)

Unidade de ensino fundamental da Agrovila 02 teve aparelho de som, computador, tablets e furadeira subtraídos nesta segunda-feira (6); comunidade reage com indignação.

Redação ChicoSabeTudo
06 de julho, 2026 · 12:14 2 min de leitura
Fachada de escola pública rural em Pernambuco
Fachada de escola pública rural em Pernambuco

A Escola Municipal Lindomar Lindaura da Silva, localizada na Agrovila 02 do Projeto Brígida, em Orocó, no Sertão de Pernambuco, foi alvo de criminosos na manhã desta segunda-feira (6 de julho). O prédio da unidade foi invadido e diversos equipamentos foram levados pelos autores do furto.

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Segundo informações divulgadas pelo Blog do Didi Galvão, entre os itens subtraídos estão um aparelho de som, um computador de mesa, uma furadeira e dois tablets — sendo um deles novo. Os objetos fazem parte do acervo pedagógico utilizado no cotidiano da escola.

A unidade atende alunos do Ensino Fundamental e é a principal referência de educação básica pública da comunidade rural do Projeto Brígida. O projeto de irrigação conta com 10 agrovilas, um posto de saúde e seis escolas, distribuídas ao longo da área rural de Orocó.

Até o momento, as autoridades não divulgaram informações sobre suspeitos nem sobre a forma como os criminosos acessaram o interior do prédio. O caso deverá ser investigado pela polícia, que busca identificar os responsáveis e recuperar os equipamentos.

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A comunidade escolar reagiu com revolta. Moradores, professores e pais de alunos lamentam os danos causados à instituição, especialmente por se tratar de uma área carente de infraestrutura. A escola já enfrentava outros problemas: moradores apontavam o acúmulo de lixo nos fundos da unidade e, segundo a população local, o terreno não recebia limpeza adequada há mais de três anos.

O episódio reacende o debate sobre segurança nas escolas públicas rurais da região. Sem vigilância permanente, as unidades ficam vulneráveis a ações criminosas, sobretudo nos fins de semana e feriados.

A Prefeitura de Orocó e a Secretaria Municipal de Educação ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o caso. A comunidade aguarda respostas rápidas das autoridades para que os materiais sejam recuperados e as atividades pedagógicas não sejam prejudicadas.

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