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Polícia

Chacina em Mata Grande: vítimas foram atingidas por pelo menos 50 tiros, diz delegado

Delegado pede que população não deixe o crime "calar" e promete sigilo a quem denunciar os autores.

Redação ChicoSabeTudo
30 de junho, 2026 · 10:12 1 min de leitura
Imagem: Reprodução/Redes sociais
Imagem: Reprodução/Redes sociais

Três pessoas foram mortas a tiros na madrugada desta segunda-feira (29), em Mata Grande, no Sertão de Alagoas. As vítimas, encontradas dentro de uma residência na Rua Manoel Cachoeira da Silva, na comunidade Cohab dos Grilos, foram atingidas por pelo menos 50 disparos de arma de fogo, segundo a Polícia Civil.

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Entre os mortos estão os irmãos Natali Oliveira da Silva, de 21 anos, e Kauã Oliveira da Silva, de 17, além de um homem identificado apenas como "Luan Bananinha". De acordo com o delegado Esron Pinho, responsável pelo caso, Luan foi alvejado por pelo menos 20 tiros, enquanto Natali e Kauã foram atingidos por cerca de 10 disparos cada.

As investigações apontam que pelo menos três criminosos participaram da ação. Até a manhã desta terça-feira (30), ninguém havia sido preso. A principal linha de investigação aponta para uma possível dívida ou disputa por território ligada ao tráfico de drogas na região.

O delegado fez um apelo à população para que colabore com informações sobre os responsáveis pelo crime, garantindo sigilo a quem denunciar. Segundo ele, ao menos três pessoas chegaram até a residência e efetuaram as dezenas de disparos contra as vítimas.

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De acordo com a Polícia Militar, as vítimas estavam em um imóvel situado em uma área próxima a uma região de mata, de difícil acesso. No local, os policiais encontraram os corpos de Natali e Luan na sala da casa, enquanto Kauã foi encontrado em um dos quartos. Durante a perícia inicial, foram localizados diversos estojos de munição deflagrados e munições intactas espalhados pelo imóvel.

Os Institutos Médico Legal (IML) e de Criminalística (IC) foram acionados para realizar os levantamentos periciais e o recolhimento dos corpos. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalha para identificar e prender os responsáveis pela chacina.

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