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Carnaval de Salvador: Polícia retém mais de 1.400 objetos proibidos

No segundo dia do Carnaval de Salvador, a Polícia Militar apreendeu 1.448 objetos proibidos, incluindo facas e tesouras, elevando o total para mais de 5 mil.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
14 de fevereiro, 2026 · 19:50 2 min de leitura
Foto: Gabriel Arouca / SSP
Foto: Gabriel Arouca / SSP

A segurança do Carnaval de Salvador, na Bahia, continua sendo uma prioridade, e a Polícia Militar demonstrou isso com números expressivos. A corporação informou que, apenas na madrugada deste sábado (14), ao final do segundo dia oficial da folia, conseguiu barrar a entrada de impressionantes 1.448 objetos proibidos nos circuitos da festa.

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Os itens foram retirados nos diversos Portais de Abordagem, que são pontos estratégicos de revista espalhados pelos circuitos Dodô (Barra-Ondina), Osmar (Campo Grande) e Batatinha (Centro Histórico). Essa medida é essencial para garantir a tranquilidade e a integridade física dos milhares de foliões que aproveitam o maior Carnaval de rua do mundo.

Entre os objetos que a polícia não deixou passar, estavam facas, tesouras, garfos e até algemas. Além disso, materiais inflamáveis, que representam um risco ainda maior em meio à multidão, também foram impedidos de entrar. A proibição desses itens visa evitar brigas, acidentes e qualquer tipo de situação que possa colocar em perigo quem está ali para se divertir.

Mais de 5 mil objetos barrados desde o Pré-Carnaval

Com a retenção desses quase 1.500 objetos no segundo dia, o balanço geral da segurança do Carnaval de Salvador se torna ainda mais relevante. No acumulado das festas de Pré-Carnaval e dos primeiros dias da folia, a Polícia Militar já soma mais de 5 mil objetos retirados de circulação. Essa vasta quantidade inclui uma série de outros itens perfurocortantes e, principalmente, garrafas de vidro, que são um perigo constante em áreas de grande aglomeração.

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A regra é clara: para uma festa segura, objetos que possam causar ferimentos ou danos não são permitidos. A conscientização dos foliões e o trabalho incessante dos policiais nos portais são cruciais para que o Carnaval baiano continue sendo um evento de alegria e celebração, sem incidentes graves causados por descuido ou má-fé.

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