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Alagoana de 26 anos é morta e esquartejada em São Paulo; suspeito é preso

Segundo a Polícia Civil, investigado confessou o crime; caso começou a ser esclarecido após parte do corpo da vítima ser encontrada no Rio Guarapiranga

Redação ChicoSabeTudo
12 de setembro, 2026 · 09:23 1 min de leitura
Alagoana de 26 anos é morta e esquartejada em São Paulo; suspeito é preso

Um homem de 26 anos foi preso suspeito de matar e esquartejar Samara Ellen da Silva, de 26 anos e natural de Alagoas, na Zona Sul de São Paulo. Segundo a Polícia Civil, Natan Roberto de Oliveira Silva confessou o crime após ser localizado pelos investigadores.

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O crime teria ocorrido no dia 11 de julho. A investigação ganhou força depois que um braço humano foi encontrado em 3 de agosto, nas proximidades da Ponte do Socorro, no Rio Guarapiranga. Exames periciais e a análise das impressões digitais permitiram identificar o membro como sendo de Samara.

A partir da identificação, policiais passaram a reconstruir os últimos passos da vítima. Durante as apurações, os investigadores chegaram ao suspeito e descobriram que ele teria enviado mensagens para a mãe de Samara se passando pela jovem após a morte.

De acordo com a investigação, mãe e filha costumavam se comunicar principalmente por mensagens de áudio, o que levantou suspeitas em relação aos textos enviados após o desaparecimento.

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A Justiça autorizou a prisão temporária por 30 dias e também o cumprimento de mandado de busca e apreensão. Durante a ação policial, foram recolhidos celulares e outros equipamentos que devem ser analisados pelos investigadores.

Segundo a Polícia Civil, após ser preso, o homem teria relatado que esquartejou o corpo e colocou as partes em malas, realizando descartes em diferentes locais durante a madrugada.

O investigado também teria indicado aos policiais regiões onde partes do corpo foram abandonadas. As autoridades seguem realizando buscas para localizar os demais restos mortais da vítima.

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O caso é investigado pelo 92º Distrito Policial, no Parque Santo Antônio, como feminicídio e ocultação de cadáver. A Polícia Civil continua reunindo provas para esclarecer todas as circunstâncias e a motivação do crime.

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