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Municipios

Sema fará curso sobre manejo do peixe-leão no Extremo Sul

Capacitação gratuita terá atividades em Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Caravelas, de 17 a 19 de novembro.

Redação ChicoSabeTudo
04 de novembro, 2026 · 19:25 2 min de leitura
Foto: Matheus Lemos/Sema | Fonte: Governo da Bahia
Foto: Matheus Lemos/Sema | Fonte: Governo da Bahia

A Secretaria do Meio Ambiente da Bahia (Sema) vai promover, de 17 a 19 de novembro de 2026, a segunda edição do curso de manejo seguro do peixe-leão. A capacitação terá atividades gratuitas em Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália e Caravelas, no Extremo Sul do estado.

O curso é destinado a pescadores, gestores públicos, pesquisadores, profissionais do turismo, representantes de restaurantes e integrantes de comunidades costeiras. Segundo a Sema, as vagas são limitadas à capacidade dos espaços e os interessados devem preencher um formulário de inscrição.

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Em Porto Seguro, a atividade será no dia 17, das 8h às 17h, no Senac, na Avenida Village, nº 287, em Taperapuan. Em Santa Cruz Cabrália, ocorrerá no dia 18, das 8h às 14h, no Auditório Seu Jique, na Rua Campos Tourinho, s/n, Praça da Âncora, Centro.

Em Caravelas, a capacitação está marcada para o dia 19, das 8h às 17h, no Centro de Convivência da Barra de Caravelas, na Rua João de Tico, nº 90, Ponta de Areia.

A programação inclui conteúdos sobre a biologia e os impactos da espécie, além de protocolos de monitoramento, captura, transporte e destinação. Também serão abordadas medidas de prevenção e resposta a acidentes com os espinhos venenosos do animal.

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Originário dos oceanos Índico e Pacífico, o peixe-leão é considerado uma espécie exótica invasora. De acordo com a Sema, ele já foi avistado em pelo menos dez municípios baianos, entre eles Salvador, Cairu e Porto Seguro. Seu hábito predatório e sua capacidade de adaptação e reprodução ameaçam o equilíbrio dos ambientes marinhos.

A secretaria recomenda que avistamentos sejam registrados em formulário disponibilizado pelo órgão. A captura e o manejo devem ser feitos apenas por pessoas capacitadas. Os espinhos permanecem venenosos mesmo após a morte do peixe; em caso de acidente, a orientação é procurar atendimento médico.

A iniciativa é realizada pelo Programa de Gerenciamento Costeiro da Bahia, em parceria com ICMBio, UFSB, Senac e as secretarias municipais de Meio Ambiente de Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália.

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