O Esporte Clube Bahia enfrenta um verdadeiro fantasma na temporada de 2026: a marca do pênalti. O time vive um momento crítico nas finalizações diretas, acumulando estatísticas que explicam a recente eliminação da Copa Libertadores e acendem o alerta para as próximas competições.
O levantamento aponta que, das últimas 14 cobranças realizadas, os jogadores tricolores erraram sete. Esse aproveitamento de apenas 50% reflete uma queda drástica na eficiência do elenco, que chegou a perder dois dos últimos três pênaltis batidos em jogos oficiais.
A situação atual é a pior registrada pelo clube em meia década. Em 2026, o Bahia converteu apenas seis de 11 pênaltis. Para se ter uma ideia da gravidade, em 2022 o índice de acerto era de 82%, caindo agora para os atuais 55% de eficiência global no ano.
Nomes como Willian José, Luciano Juba e Dell estão entre os que desperdiçaram oportunidades recentes. O baixo rendimento contrasta com as temporadas anteriores, onde o Bahia mantinha médias de acerto sempre acima dos 70%, sendo o desempenho de 2025 um dos melhores com 80% de sucesso.
A comissariada técnica, sob o comando de Rogério Ceni, ganhou um fôlego com a pausa da Data-Fifa. Serão oito dias de treinamentos intensos para tentar corrigir a pontaria dos batedores e acalmar os ânimos da torcida antes do retorno aos gramados.
O próximo desafio do Tricolor será contra o Athletico Paranaense, na Arena Fonte Nova, pelo Campeonato Brasileiro. Apesar do drama nas penalidades, o time faz boa campanha na competição nacional, ocupando a quinta posição na tabela com 14 pontos.







