A Vila do Forró chega ao fim da sua temporada 2026 com agenda intensa de atrações culturais entre esta quinta-feira (23) e domingo (26), na Orla da Atalaia, em Aracaju. O evento, promovido pelo Governo de Sergipe por meio da Funcap, encerra mais de 60 dias contínuos de programação gratuita voltada à cultura popular nordestina.
As atividades acontecem em três espaços simultâneos: o Coreto, o Barracão Cultural da Sergipe e o Teatro. A grade contempla shows de artistas sergipanos, apresentações de quadrilhas juninas e espetáculos teatrais que celebram as tradições do ciclo junino.
Na sexta-feira (24), segundo informações divulgadas pelo portal Infonet com base no Governo de Sergipe, o Coreto recebe Nay Cantora às 18h30 e Lene Hall às 22h. O Barracão Cultural traz ainda Sandro Reis e Angelo Max, enquanto o Teatro apresenta peças como "Menina Miúda" e "Florecer Junino", do Movimento Feminino Auá Ananã.
O sábado (25) é marcado pelo "Forró da Gente" no Barracão, projeto do Governo de Sergipe que destaca artistas sergipanos de forró raiz. Cícero do Forró sobe ao palco do Coreto às 22h, e o Teatro recebe o espetáculo "Confusão no Arraial: A Noiva, o Palhaço e a Mágica", entre outras apresentações. A quadrilha junina Forró do Milho, de Rosário do Catete, também se apresenta no Barracão.
O encerramento oficial acontece no domingo (26), com As Arretadas e o Trio Forró Pé de Moleque animando o Coreto antes do show de Capunga do Forró, previsto para as 22h. O Barracão recebe a Orquestra Cajuína e a quadrilha Raio da Silibrina, de Lagarto. No Teatro, o encerramento fica por conta da Turma da JYngle, com o espetáculo "Sergipe Dança Forró".
Ao longo do ciclo junino 2026, a Vila do Forró reuniu mais de 400 atrações sergipanas, entre bandas, trios pé de serra, grupos de teatro e quadrilhas juninas de diferentes municípios do estado. O evento integrou o circuito Arraiá do Povo/Vila do Forró e consolidou a Orla da Atalaia como um dos maiores palcos da cultura popular do Nordeste.
Toda a programação é gratuita e aberta ao público. Para quem veio de outras regiões — como o Vale do São Francisco e o sertão baiano —, o evento representa uma das melhores oportunidades de vivenciar a cultura junina sergipana na sua forma mais autêntica, com artistas locais e manifestações folclóricas que raramente chegam aos grandes palcos comerciais.







