No desenrolar da trama de "Três Graças", a paternidade de Joélly (Alana Cabral) é um dos maiores mistérios que vem sendo revelado aos telespectadores. A história da mãe dela, Gerluce (Sophie Charlotte), se entrelaça com a figura de Jorginho Ninja (Juliano Cazarré), um ex-comandante do tráfico da comunidade da Chacrinha, que foi preso e agora se encontra prestes a sair da prisão, enfrentando sérias questões de saúde.
Jorginho, que é pai de Bagdá (Xamã), se reencontra com a filha e a verdade sobre o seu relacionamento com Gerluce vai sendo exposta aos poucos. Ao contrário do que se especulou anteriormente, não houve abuso sexual de Jorginho contra Gerluce, mas a relação deles se revela tumultuada. De acordo com informações da colunista Carla Bittencourt, Jorginho apresentava um comportamento machista e controlador, limitando a vida de Gerluce, inclusive em sua relação com a mãe, Lígia (Dira Paes).
Flashbacks e diálogos ao longo da narrativa ajudam a iluminar a postura de Gerluce em relação à sua filha Joélly, evidenciando o receio de que a história se repita com a adolescente. Joélly, alheia à verdadeira identidade de seu pai, observa a tensão que Kellen (Luiza Rosa), mulher da igreja, demonstra ao perceber a presença de Jorginho. O nervosismo de Kellen, que conhece a verdade sobre Joélly, a leva a tentar impedir que a jovem retorne à igreja, onde ela poderia se encontrar com o pai.
No entanto, a curiosidade de Joélly a impulsiona a voltar ao local. Em um momento decisivo, a jovem confronta Jorginho diretamente, questionando-o se ele é, de fato, seu pai. A reação dele diante da pergunta da filha é de total surpresa, marcando um ponto crucial na narrativa da novela.
As revelações sobre a relação entre Jorginho e Gerluce têm gerado expectativa entre os telespectadores e prometem embrenhar ainda mais na trama principal, enquanto as interações entre os personagens se desenrolam.







