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Serviço

Pix por aproximação: Banco Central muda limite em 2026; veja regras

Cliente pode ajustar valores pelo aplicativo, mas pagamentos continuam sujeitos às regras de segurança da conta

Redação ChicoSabeTudo
07 de outubro, 2026 · 19:50 1 min de leitura

Desde 1º de outubro de 2026, o Banco Central retirou o teto fixo de R$ 500 por operação no Pix por aproximação. A mudança vale em todo o país e altera a forma como os limites são definidos. (F1.a)

O cliente pode pedir ao banco o aumento ou a redução dos valores permitidos. A solicitação deve ser feita pelo aplicativo da instituição financeira, que precisa oferecer uma ferramenta para gerenciar essa configuração. (F1.b; F1.i; F1.j)

A retirada do teto não autoriza automaticamente pagamentos de qualquer valor. Cada operação continua limitada pelas regras de segurança da conta e pelos parâmetros definidos para o cliente. (F1.c; F1.g; F1.h)

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A medida também alcança pagamentos feitos por Código QR, chaves de acesso e operações iniciadas pela Jornada Sem Redirecionamento (JSR) do Open Finance. Essa abrangência é informada pelas fontes consultadas. (F1.d; F1.e; F1.f)

O recurso usa a tecnologia NFC para conectar o celular à máquina de pagamento, sem a necessidade de digitar os dados. Ele pode funcionar pelo aplicativo do banco ou por carteiras digitais compatíveis. Para usar uma carteira, é necessário vincular a conta bancária ao serviço. (F1.k; F1.l; F1.m)

Não foi localizada cobertura específica sobre a aplicação da mudança em Paulo Afonso ou nos municípios da região. O alcance confirmado pelas fontes é nacional.

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