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Cientistas alertam para supererupções solares que podem afetar a Terra nos próximos anos

Estudo propõe nova categoria 'S' para explosões dez vezes mais potentes que as atuais, capazes de derrubar satélites e redes elétricas.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
05 de maio, 2026 · 20:11 1 min de leitura

Pesquisadores da Universidade Nacional Autônoma do México identificaram um novo nível de perigo vindo do Sol. Batizadas de erupções do tipo S, essas explosões são dez vezes mais fortes que as maiores já registradas e podem causar apagões tecnológicos severos no nosso planeta.

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O Sol passa por ciclos de 11 anos e, atualmente, estamos no Ciclo Solar 25. O grande alerta dos cientistas é que, desde a década de 70, todos os ciclos apresentaram ao menos um evento dessa magnitude, mas o período atual ainda não registrou nenhuma dessas supererupções.

O estudo analisou quase 100 mil explosões solares ocorridas nos últimos 50 anos. Os dados mostram que esses fenômenos não são tão raros quanto se imaginava e seguem padrões magnéticos internos do astro, o que permite prever as fases de maior risco para a humanidade.

De acordo com os cálculos, a Terra está atravessando uma janela de perigo que se estende até meados de 2026. Outro intervalo crítico já foi mapeado para o início de 2027, com duração prevista de seis meses, onde as chances de uma explosão gigante atingir o planeta aumentam significativamente.

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Caso uma erupção do tipo S atinja a Terra de frente, os danos podem ser grandes. Esse tipo de radiação interfere diretamente em satélites de comunicação, sistemas de GPS e pode até fritar componentes de redes elétricas, deixando cidades inteiras no escuro.

Em maio de 2024, uma sonda espacial detectou duas dessas explosões no lado oculto do Sol. Como elas aconteceram na face que não estava voltada para nós, não sofremos consequências, mas o registro serviu para confirmar que o astro está extremamente ativo e pronto para novos disparos.

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