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Saúde

Salvador é vice-campeã em bebedeira entre adolescentes, diz A TARDE

Reportagem aponta Florianópolis à frente da capital baiana; IBGE confirma a PeNSE 2024 e seus recortes geográficos

Redação ChicoSabeTudo
11 de setembro, 2026 · 13:41 2 min de leitura

Salvador aparece em segundo lugar entre as capitais brasileiras no consumo abusivo de álcool por adolescentes de 13 a 17 anos, segundo reportagem publicada pelo jornal A TARDE. O levantamento citado é a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE 2024), realizada pelo IBGE. Florianópolis ficou à frente da capital baiana nesse indicador.

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De acordo com a reportagem, 46,5% dos jovens de Salvador afirmaram já ter ficado bêbados ao menos uma vez. O texto oficial do IBGE consultado confirma a realização da PeNSE 2024 e a possibilidade de recortes para municípios das capitais, mas não apresenta, em seu conteúdo corrido, esse percentual nem a posição de Salvador no ranking.

A mesma reportagem informou que 14,5% dos estudantes considerados no recorte de municípios do interior da Bahia relataram embriaguez nos 30 dias anteriores à pesquisa, após consumir quatro doses ou mais em uma única ocasião. O IBGE informa que a edição de 2024 tem resultados representativos para estados e municípios das capitais. Nas páginas oficiais consultadas, não há detalhamento individual dos municípios interioranos baianos para esse indicador.

A experimentação de álcool em Salvador teria caído de 60,6%, em 2019, para 51,6%, em 2024, conforme a matéria de A TARDE. O texto também informa que a cidade passou do 8º para o 4º lugar nesse quesito. O IBGE confirma, em nível nacional, a redução da experimentação de álcool entre 2019 e 2024, mas os percentuais específicos de Salvador e a mudança de posição não aparecem no texto oficial consultado.

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A socióloga Mariana Thibes, do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), foi citada por A TARDE ao comentar a dimensão cultural do consumo entre menores. Na reportagem, ela afirmou: “há uma questão cultural naturalizando o chamado ‘uso entre menores’, amplamente admirado em festas, rituais familiares e na publicidade”.

Segundo a reportagem de A TARDE, o álcool é uma droga lícita e disseminada socialmente, o que pode reduzir a percepção sobre seus riscos. O texto também informa que o cérebro humano se desenvolve até por volta dos 23 anos. Ainda conforme a matéria, o consumo abusivo na adolescência pode comprometer memória, aprendizado e saúde mental, além de aumentar os riscos de cirrose, hepatite e morte precoce.

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