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Saúde

Ministério da Saúde moderniza SUS com 14 UTIs automatizadas

Iniciativa do Ministério da Saúde inclui 14 UTIs automatizadas, melhorando o atendimento crítico no SUS em diversas regiões do Brasil.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Saúde
18 de novembro, 2025 · 21:27 2 min de leitura
SUS ganha rede nacional de hospitais inteligentes com UTIs automatizadas (Imagem: Cassiano Correia / Shutterstock)
SUS ganha rede nacional de hospitais inteligentes com UTIs automatizadas (Imagem: Cassiano Correia / Shutterstock)

No dia 18 de setembro, o Ministério da Saúde anunciou uma ambiciosa iniciativa para modernizar o Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta inclui a criação de uma rede nacional de hospitais e serviços com tecnologia avançada, visando tornar o atendimento mais eficiente e preciso através da automatização e interligação de unidades de terapia intensiva (UTIs) em todo o país.

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A estratégia prevê a implementação de 14 UTIs totalmente automatizadas em 13 estados brasileiros, abrangendo localidades como Manaus, Belém, Fortaleza, Salvador, São Paulo, Curitiba e Brasília. Essas unidades, que estarão presentes em hospitais selecionados nas cinco regiões do Brasil, têm como objetivo aprimorar diagnósticos e reduzir as filas de espera para atendimentos críticos.

Além da infraestrutura das UTIs, a proposta envolve a modernização de oito hospitais, que contarão com a colaboração de universidades e secretarias de saúde para aumentar a capacidade de atendimento especializado. Um dos destacados projetos é a construção do Instituto Tecnológico de Emergência do Hospital das Clínicas da USP, que é considerado o primeiro hospital inteligente do Brasil.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o país está iniciando uma “nova era de inovação para o SUS”, com um foco que se estende além das obras físicas, englobando a transferibilidade de tecnologia e a digitalização dos serviços de saúde.

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O programa denominado “Agora Tem Especialistas” deverá utilizar recursos como inteligência artificial e big data, com a expectativa de que essa tecnologia reduza até cinco vezes o tempo de espera em emergências. Principais recursos do projeto incluem:

  • Monitoramento contínuo e digitalizado dos pacientes;
  • Integração entre sistemas e equipamentos médicos;
  • Suporte tecnológico para decisões clínicas;
  • Previsão de agravos e otimização de avaliações;
  • Conexão com uma central de pesquisa e inovação.

Essas inovações visam permitir uma atuação conjunta de especialistas de diferentes regiões, aumentando a precisão dos diagnósticos e a qualidade da assistência aos pacientes.

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