A defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 22 de outubro, a retirada do canal de WhatsApp Exército do Lula do registro da campanha à reeleição.
Segundo a defesa, o canal não recebe recursos, bens, serviços, suporte técnico ou pessoal da campanha nem dos partidos da coligação. Os advogados também afirmam que não há orientações da candidatura sobre o conteúdo, a frequência das publicações ou metas do grupo.
O pedido ocorre em meio a uma disputa no TSE sobre a vinculação do canal à candidatura. Segundo a CNN Brasil, a campanha de Flávio Bolsonaro solicitou que a Justiça Eleitoral reconheça formalmente essa ligação e rejeite a retirada do registro.
No mesmo dia, André Janones entrou com mandado de segurança no TSE para pedir a anulação de decisões do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, relacionadas ao canal. A defesa do deputado pediu que a Justiça Eleitoral assegure o funcionamento do grupo sem novos bloqueios ou desativações por via administrativa.
Ainda em 22 de outubro, Nunes Marques deu prazo de 24 horas para a Meta apresentar um relatório detalhado sobre as ações do canal. Janones também declarou que Lula teria sido incluído como administrador do grupo e poderia enviar mensagens diretamente aos participantes.







