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Turista Argentina É Presa No Rio Por Racismo Em Bar De Ipanema

Turista argentina Agostina Páez é presa no Rio por racismo contra funcionários de bar em Ipanema. Ela foi filmada fazendo gestos e ofensas em janeiro.

Redação ChicoSabeTudo
06 de fevereiro, 2026 · 16:26 2 min de leitura
Foto: Reprodução / TV Record
Foto: Reprodução / TV Record

Uma turista argentina, Agostina Páez, de 29 anos, foi presa nesta sexta-feira (6) no Rio de Janeiro. A prisão, determinada pela Justiça, aconteceu em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste, e é resultado de uma acusação grave: proferir ofensas racistas contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul da cidade.

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O caso que levou à prisão de Agostina aconteceu no dia 14 de janeiro. Naquela data, ela estava com duas amigas em um bar badalado de Ipanema. Segundo a investigação, uma discussão sobre a conta do estabelecimento se transformou em um episódio de racismo chocante. A turista chamou um garçom de “negro” de forma ofensiva, com a clara intenção de discriminá-lo e humilhá-lo.

Além das ofensas verbais, Agostina foi filmada fazendo gestos imitando um macaco, atitude que chocou até mesmo suas próprias amigas. O vídeo da cena, onde suas companheiras tentam repreendê-la, se tornou uma prova crucial. A Polícia Civil, ao analisar não só essa gravação, mas também imagens de câmeras de segurança do bar e depoimentos de testemunhas, conseguiu montar um cenário claro do ocorrido.

A defesa de Agostina Páez chegou a alegar que os gestos e falas não passavam de “brincadeiras” direcionadas às amigas. Contudo, o Ministério Público rejeitou essa versão. A recusa se baseou, principalmente, no fato de que uma das turistas que a acompanhava tentou impedi-la de continuar com as ofensas, demonstrando que a gravidade da conduta era evidente para quem estava por perto.

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Após a determinação judicial para prisão preventiva, policiais civis conseguiram localizar Agostina em Vargem Pequena. O momento em que foi encontrada pelos agentes foi registrado em vídeo, confirmando a efetivação da ordem judicial.

A prisão preventiva sublinha a seriedade com que a Justiça e as autoridades tratam crimes de racismo no Brasil. A discriminação, seja por palavras ou gestos, é um crime inaceitável e que merece rigorosa punição.

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