A segurança do Conjunto Penal de Itabuna, no sul da Bahia, agiu rápido na manhã de quarta-feira (21) e impediu que drogas chegassem aos detentos. Três mulheres foram detidas em flagrante, cada uma com um método diferente para tentar burlar a fiscalização, mas acabaram descobertas pelos equipamentos de segurança e pela atenção dos policiais penais.
O caso mostra a constante vigilância necessária dentro das unidades prisionais para combater a entrada de materiais ilícitos, que comprometem a segurança de todos e os esforços de ressocialização. As visitantes foram interceptadas e levadas para a delegacia da cidade para que as investigações continuem.
Flagrantes com “marmitas” e scanner corporal
Os primeiros flagrantes aconteceram durante a inspeção de objetos pessoais. Duas das mulheres tentaram esconder a droga dentro de vasilhas de comida, as populares “marmitas”. Elas foram descobertas graças ao raio-X, um equipamento moderno e eficiente, similar aos usados em aeroportos, que permite ver o que está dentro das embalagens.
Ao analisar as imagens, a equipe de segurança percebeu irregularidades nas marmitas. Depois de uma inspeção manual mais detalhada, encontraram o material ilícito:
- Em uma das vasilhas, havia 6 “petecas” de maconha, pesando cerca de 73 gramas.
- Na outra, foram achadas 4 “petecas” de maconha, com aproximadamente 32 gramas.
Mas as tentativas não pararam por aí. Uma terceira mulher tentou um método ainda mais arriscado, escondendo a droga nas partes íntimas. Para essa detecção, foi usado o BodyScan, um scanner corporal que consegue identificar objetos ocultos no corpo das pessoas. As imagens revelaram a presença de uma “peteca” escondida.
Questionada, a mulher confessou a tentativa e, em seguida, a equipe encontrou 5 gramas de cocaína. A ousadia das tentativas e a variedade dos métodos de esconder a droga reforçam a importância de tecnologias avançadas e do treinamento constante dos policiais penais.
Ação rápida dos policiais penais
Imediatamente após a descoberta, a equipe de segurança da unidade agiu conforme o protocolo. As três mulheres, juntamente com todo o material apreendido, foram encaminhadas pelos policiais penais de plantão para a delegacia de Itabuna, na Bahia. Lá, a Polícia Civil vai investigar o caso, buscando entender a origem das drogas e o destino final dentro do presídio.
A ação dos policiais penais de Itabuna é um exemplo da dedicação e profissionalismo para manter a ordem e a segurança nas unidades prisionais do estado, impedindo que o crime organizado se fortaleça dentro dos muros da prisão através da entrada de entorpecentes.






