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Polícia

Suspeito faz companheira grávida refém em operação em Salvador

Mulher foi libertada sem ferimentos; ação da Polícia Civil e do MPBA também ocorreu em outras cidades

Redação ChicoSabeTudo
06 de novembro, 2026 · 18:45 1 min de leitura
Foto: Reprodução / Alô Juca. Autoria original não informada na fonte.
Foto: Reprodução / Alô Juca. Autoria original não informada na fonte.

Um suspeito fez a companheira grávida refém durante uma operação da Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (6), no bairro de Cosme de Farias, em Salvador. Segundo a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP), a mulher foi libertada sem ferimentos após negociações com os policiais.

A ação ocorreu na terceira fase da Operação Angerona, realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público da Bahia (MPBA) contra uma organização investigada por envolvimento com o tráfico de drogas. De acordo com a SSP, o homem, de 26 anos, usou a companheira como escudo humano para evitar a prisão.

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O suspeito foi identificado pelo portal Alô Juca como Inairã Gonçalves, conhecido como Grécia. Ele tinha um mandado de prisão temporária em aberto e se entregou após negociação, sendo conduzido à sede do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic).

A SSP informou que, com ele, foram apreendidas uma pistola, munições, uma balança de precisão e porções de maconha, cocaína e ecstasy. Ainda segundo a secretaria, ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e cárcere privado.

As diligências também alcançaram Feira de Santana, Itaberaba e Xique-Xique. Conforme o Alô Juca, dois mandados de prisão foram cumpridos em Feira de Santana; um dos investigados já estava no sistema prisional e recebeu uma nova ordem judicial. A SSP informou que outros dois suspeitos foram presos em flagrante durante uma diligência no oeste baiano.

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Segundo a secretaria, a investigação começou no MPBA e teve continuidade na Polícia Civil. Os investigadores apontam que o grupo tinha integrantes responsáveis pela venda e distribuição de drogas e pela movimentação de recursos para comprar armas.

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