Na Bahia, nesta quinta-feira (16), a Polícia Militar mobilizou todo o efetivo — operacional e administrativo — para a 10ª edição anual da Operação Força Total. A ação aconteceu ao mesmo tempo em outros estados e trouxe presença ostensiva nas ruas, atuação de inteligência e momentos de escuta junto às comunidades.
O que foi feito
Houve planejamento prévio e uma combinação de medidas: patrulhamento visível nas vias públicas, aproximação com moradores e trabalho de inteligência. A ideia foi pressionar pontos de atuação do crime, aumentar a sensação de segurança e reforçar o diálogo com quem vive nas áreas abordadas.
Por que essa mistura de estratégias? Porque presença e conversa andam juntas: a visibilidade intimida ações criminosas, enquanto o contato com a comunidade ajuda a identificar problemas e construir respostas mais efetivas.
Atuação integrada
As ações foram coordenadas com a Operação Dominus Areae, o que, segundo o comando, ampliou o policiamento em áreas estratégicas tanto da capital quanto do interior, aumentando o alcance das ações articuladas.
Resultados de edições anteriores
Levantamentos de edições passadas mostram resultados expressivos:
- Foram apreendidas mais de 1.000 armas de fogo.
- Registradas mais de 1.600 prisões em flagrante.
- Recuperados mais de 700 veículos com restrição por furto ou roubo.
Desde a criação, em 2022, a Operação Força Total passou a ter caráter anual e permanece no calendário da Polícia Militar, sendo complementada por iniciativas integradas previstas para ciclos futuros.
Em suma, a ação desta quinta teve foco na presença, na inteligência e no diálogo — elementos que a corporação considera essenciais para prevenir crimes e responder com mais precisão às demandas das comunidades.







