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“Medonho”, morador de rua que estuprou casal lésbico, já atacou evangélica que rezava por ele

Vítima reconheceu o suspeito após divulgação de imagens do caso que chocou o Distrito Federal nesta semana

Redação ChicoSabeTudo
04 de julho, 2026 · 11:14 2 min de leitura
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apura um novo caso ligado a Paulo Sérgio Souza, de 42 anos, conhecido como "Medonho", suspeito de estuprar e roubar duas jovens em Sobradinho na noite de terça-feira (30/6). Após a divulgação das imagens dele nesta semana, uma mulher procurou a delegacia e reconheceu o homem como autor de um ataque sofrido há cerca de um mês, no Jardim Roriz, em Planaltina.

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Segundo o relato da vítima à polícia, ela estava em um morro onde fiéis costumam se reunir para orar quando foi abordada por Paulo Sérgio. Ele teria pedido que ela rezasse por ele e, em seguida, feito comentários obscenos, chegando a dizer que "queria pegar na genitália dela", conforme relatou o delegado Hudson Maldonado, titular da 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho). O marido da vítima percebeu a abordagem e interveio, fazendo o suspeito fugir antes que o crime fosse consumado.

O caso reforça o padrão de comportamento investigado pela PCDF. Paulo Sérgio já havia sido preso por estupro em 2020, na mesma região, quando ameaçou uma mulher em situação de rua com uma faca. Ele havia deixado o sistema prisional havia menos de um mês quando cometeu o novo crime contra as duas jovens de 19 e 20 anos em Sobradinho.

No episódio mais recente, as vítimas — um casal de mulheres — voltavam da rodoviária de Sobradinho quando foram rendidas por Paulo Sérgio, armado com um facão. Ele levou os pertences das jovens, entre celulares e joias, e as obrigou a ir a uma área de mata, onde cometeu os abusos por cerca de duas horas. Uma das vítimas conseguiu tomar a faca do agressor, e as duas fugiram até a via pública, onde foram socorridas por um motorista de aplicativo que as levou à delegacia.

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Paulo Sérgio foi localizado horas depois nas proximidades do crime e tentou se esconder embaixo de um caminhão antes de ser preso. Segundo a polícia, ele se contradisse ao afirmar que não havia cometido o estupro antes mesmo de ser questionado sobre o assunto. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva após audiência de custódia, e as penas somadas pelos crimes podem ultrapassar 50 anos de reclusão. A PCDF segue investigando se o suspeito tem envolvimento em outros casos de violência sexual no Distrito Federal.

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Foto: Metrópoles

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