Publicidade
PMPA - 6175
Polícia

Lauro de Freitas: fundador da facção Katiara é preso pela PC

Adilson Souza Lima, o Roceirinho, é apontado como mandante de sequestro e tortura de adolescente em Salvador

Redação ChicoSabeTudo
09 de agosto, 2026 · 12:06 1 min de leitura
Agentes da Polícia Civil da Bahia durante ação contra organização criminosa
Agentes da Polícia Civil da Bahia durante ação contra organização criminosa

O fundador da facção criminosa Katiara, Adilson Souza Lima, conhecido como "Roceirinho", teve um mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil da Bahia neste sábado (8), em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador.

Publicidade

Ele é apontado como mandante do sequestro de um adolescente de 17 anos, ocorrido em abril deste ano no bairro de Valéria, em Salvador. Segundo as investigações, o jovem foi torturado, teve um dos braços quebrado e conseguiu fugir do grupo momentos antes de ser morto.

De acordo com a Polícia Civil, a nova ordem judicial contra Roceirinho foi obtida pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), por meio da Delegacia Especializada Antissequestro (DAS).

Ainda neste sábado (8), a corporação informou que conseguiu manter o mandado de prisão para que ele permaneça custodiado no Conjunto Penal de Lauro de Freitas, unidade onde já estava detido.

Publicidade

De acordo com a Polícia Civil, ele soma acusações de participação em tráfico de armas e drogas, execuções marcadas por crueldade extrema — incluindo casos de decapitação —, sequestros, lavagem de dinheiro e corrupção de menores.

A Katiara foi fundada em 2013 e tem atuação concentrada nas cidades de Nazaré e Cachoeira, com ramificações que chegaram a outros municípios do Recôncavo Baiano. A facção também é investigada por participação em ataques a instituições financeiras na região.

A nova prisão ocorre poucos meses depois de Roceirinho conseguir progressão para o regime semiaberto, após cumprir parte da pena no sistema fechado. Com o novo mandado, ele volta a responder em regime mais rigoroso de custódia.

Publicidade

Leia também