Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Polícia

Justiça mantém absolvição de PM acusado de matar sargento do Exército em Feira de Santana

Lourival Gonçalves dos Santos foi absolvido em júri popular pela morte de Fabrício da Silva Santos em 2022. Ministério Público ainda pode recorrer da decisão.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
19 de março, 2026 · 14:47 1 min de leitura

O policial militar Lourival Gonçalves dos Santos, acusado de assassinar o sargento do Exército Fabrício da Silva Santos, de 23 anos, continua absolvido. A decisão foi mantida pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) na última terça-feira (17), confirmando o veredito do júri popular.

Publicidade

A Justiça acatou o princípio da soberania do júri, que já havia considerado o PM inocente em agosto do ano passado. Segundo a defesa do policial, as provas apresentadas, incluindo imagens de câmeras de segurança, não foram suficientes para comprovar que ele foi o autor dos disparos.

Apesar da nova decisão, o caso pode não ter chegado ao fim. O Ministério Público da Bahia (MP-BA), que recorreu da primeira absolvição, ainda tem a possibilidade de apresentar um novo recurso para tentar reverter o resultado e levar o policial a um novo julgamento.

O crime aconteceu na manhã de 14 de dezembro de 2022, no bairro Tomba, em Feira de Santana. O sargento Fabrício estava saindo de casa quando foi surpreendido por um homem armado com uma escopeta que chegou em um carro branco.

Publicidade

Imagens do circuito de segurança mostraram que a vítima chegou a sinalizar que estava desarmada, mas mesmo assim foi atingida pelos tiros. Após o crime, o atirador ainda recolheu as cápsulas do chão e fugiu do local.

Na época, a investigação da Delegacia de Homicídios apontou o PM como principal suspeito. Ele chegou a ser preso preventivamente, mas durante os interrogatórios preferiu exercer o direito de permanecer em silêncio.

Leia também