A Justiça da Bahia agendou um novo júri popular para os acusados do assassinato da cantora gospel Sara Freitas, inicialmente previsto para a terça-feira (25). A sessão foi adiada após os advogados de defesa abandonarem o julgamento, alegando falta de estrutura e segurança no local.
Os réus são Ederlan Santos Mariano, esposo da cantora, Weslen Pablo Correia de Jesus e Victor Gabriel Oliveira Neves. Eles foram denunciados como mandante, executor e auxiliar do crime, respectivamente. O juiz Bernardo Mário Dantas Lubambo, responsável pelo caso, considerou a decisão dos defensores como ilegal e ordenou a intimação dos réus, que devem providenciar novos advogados em um prazo de cinco dias.
Se os advogados atuais optarem por novamente abandonar o fórum, a Defensoria Pública assumirá a defesa dos acusados durante o julgamento, conforme determinou o magistrado. O novo júri foi marcado para o dia 24 de fevereiro de 2026, no mesmo local onde a sessão original ocorreria, o Fórum Desembargador Gerson Pereira dos Santos.
A cantora Sara Freitas foi morta em 24 de outubro de 2023. O quarto envolvido no caso, o ex-motorista de aplicativo Gideão Duarte de Lima, já havia sido condenado em abril de 2025 a 20 anos e 4 meses de prisão por conduzir a vítima até o local do crime. No julgamento de Gideão, os outros três réus tinham recorrido e aguardavam nova data de julgamento.







