Paulo Afonso · BA
Última hora
PI 637
Polícia

“Japinha do CV” não existe, diz Penélope após ser dada como morta

Maria Eduarda, conhecida como Penélope, nega envolvimento com o tráfico e diz que foi vítima de informações falsas após boatos de sua morte.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
12 de novembro, 2025 · 09:00 2 min de leitura
Imagem: Reprodução/Redes sociais
Imagem: Reprodução/Redes sociais

A jovem Maria Eduarda, conhecida nas redes sociais como Penélope, fez um desabafo público na noite de terça-feira (11/11), negando ser a mulher apelidada de “Japinha do CV”. Em vídeo publicado em suas redes, ela afirmou ter sido vítima de um equívoco que tomou proporções nacionais após sua imagem circular nas redes associada à de uma suposta integrante do Comando Vermelho dada como morta.

Publicidade

“Essa tal de Japinha que estão falando aí… não sou eu. Essa menina não existe. Japinha não existe. Não existe ninguém com esse apelido. O meu nome é Maria Eduarda, conhecida como Penélope”, declarou, visivelmente abalada.

A confusão começou após a megaoperação Contenção, realizada no fim de outubro, quando fotos de Maria Eduarda foram amplamente compartilhadas junto de publicações que noticiavam a morte de uma criminosa na linha de frente do Comando Vermelho. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, não há nenhuma mulher entre os 115 mortos identificados na ação, e o corpo apontado como sendo dela era, na verdade, do traficante baiano Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos.

Maria Eduarda aproveitou o vídeo para reforçar que não tem qualquer envolvimento atual com o crime organizado e que as imagens usadas em postagens recentes faziam parte de uma fase antiga de sua vida.

Publicidade

“Isso tudo que aconteceu foi a internet que criou, porque em nenhum momento eu, minha família ou ninguém próximo a mim veio falar nada na internet que eu tinha morrido. Então, a internet já vinculou fotos, imagens de uma vida minha passada na qual eu não levo mais”, esclareceu.

A jovem também desmentiu áudios e mensagens atribuídos a ela, entre eles uma suposta gravação em que afirmaria “ser melhor que achassem que estava morta”. Nos comentários, internautas manifestaram apoio à jovem e pediram que as pessoas parassem de compartilhar informações sem checagem.

Leia também