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Polícia

Homem é preso em Tucano após 3 anos de terror e ataques racistas contra ex-companheira

Um homem de 45 anos foi preso em Tucano, Bahia, acusado de perseguir, ameaçar e proferir ofensas racistas contra sua ex-companheira por três anos, ignorando medidas protetivas.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
24 de dezembro, 2025 · 01:08 2 min de leitura
Foto: Reprodução / Ascom PC-BA
Foto: Reprodução / Ascom PC-BA

A Polícia Civil de Tucano, na Bahia, colocou um ponto final em três anos de terror vividos por uma mulher na cidade. Na manhã desta terça-feira (23), agentes prenderam um homem de 45 anos, ex-companheiro da vítima, acusado de perseguir, ameaçar e até cometer ataques racistas contra ela e o novo parceiro.

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A prisão preventiva aconteceu no distrito turístico de Caldas do Jorro, depois que a Justiça emitiu um mandado. Os policiais da Delegacia Territorial (DT/Tucano) agiram logo cedo e conseguiram localizar o suspeito, que há tempos vinha ignorando as medidas protetivas de urgência que deveriam proteger a mulher.

Três Anos de Pesadelo e Ameaças Constantes

As investigações mostraram um cenário de violência psicológica e patrimonial que se estendia por cerca de três anos. O homem nunca aceitou o fim do relacionamento e, segundo a polícia, seu comportamento obsessivo piorava sempre que a ex-companheira tentava seguir em frente com a vida, principalmente ao tentar reconstruir sua vida afetiva.

A polícia reuniu diversas provas que detalham a rotina de terror imposta pelo agressor. Entre elas, estão:

  • Perseguição constante: O homem rondava a casa da vítima sem parar, criando um clima de medo.
  • Ameaças de morte: Mensagens e abordagens diretas onde ele prometia violência fatal, deixando a mulher em pânico.
  • Dano ao patrimônio: Em um dos episódios, o suspeito chegou a quebrar os vidros do caminhão do atual namorado da ex-companheira.
  • Injúria racial: A investigação também encontrou áudios onde o agressor proferia ofensas racistas contra o novo parceiro da mulher.
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O delegado responsável pelo caso enfatizou que a prisão era crucial. A intensidade das agressões vinha aumentando, e a medida foi necessária para garantir a segurança e a integridade física das vítimas, que viviam sob constante ameaça.

Depois de ser levado à delegacia para os procedimentos habituais, o homem foi encaminhado para o sistema prisional. Lá, ele fica custodiado e à disposição da Justiça. Agora, ele vai responder por uma série de crimes graves: perseguição (conhecido como stalking), ameaça, dano ao patrimônio, injúria racial e, claro, por não respeitar a medida protetiva imposta pela Justiça.

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