A influenciadora digital Gabi Labella se manifestou na última quarta-feira (3) sobre a notificação do Ministério Público (MP) após a repercussão de um texto que expôs seu filho adotivo. Em um post na plataforma X, Labella garantiu que não se isolou devido à notificação e ressaltou que está tratando a situação com responsabilidade e orientação jurídica. "Só uma informação: em momento algum parei de me pronunciar por ter recebido uma notificação do MP. Isso não aconteceu", afirmou.
Gabi Labella negou ter recebido qualquer notificação formal do MP. "Até agora, não recebi nenhuma notificação formal. Se houver, vou colaborar normalmente, com toda cautela e respeito. Só considerem informações oficiais", completou a influenciadora. Em um comunicado assinado por suas advogadas, Gabi defendeu que o conteúdo polêmico foi publicado inicialmente "em ambiente restrito" e foi removido horas após a sua postagem. O texto gerou intensas discussões online, especialmente sobre a exposição de menores na internet.
A polêmica começou quando Gabi compartilhou um relato detalhando comportamentos do adolescente, incluindo acusações graves. A influenciadora Gabi de Pretas foi uma das primeiras a criticar a publicação, classificando a atitude de Labella como uma exposição indevida do menor. Em resposta à reação negativa, Labella pediu desculpas, afirmando ter sido "ingênua" ao postar o texto, que acabou gerando uma grande repercussão.
Gabi de Pretas também se defendeu após receber ataques virtuais, destacando que não foi responsável pela viralização do texto de Labella. Em um vídeo no Instagram, ela reiterou seu compromisso com a defesa dos direitos humanos e a importância de tratar casos envolvendo menores com a devida responsabilidade. Enquanto as discussões continuam nas redes sociais, especialistas pedem que a justiça intervenha para proteger adolescentes de exposições inadequadas.
As advogadas de Gabi Labella alertaram que qualquer uso indevido de dados sensíveis será tratado legalmente, destacando o cuidado necessário ao se lidar com informações delicadas. A situação reforça o debate sobre os limites da exposição de menores na mídia.







