O São Paulo entrou em campo contra o Bahia no sábado, às 21h30, no Morumbi, na cidade de São Paulo, sem um centroavante de referência disponível. Isso aconteceu depois que o atacante Juan Dinenno passou por artroscopia na quarta‑feira e já iniciou o período de recuperação pós‑operatória.
Com tantas ausências no ataque, como o time se adaptou? O clube já vinha desfalcado: Calleri, Ryan Francisco e André Silva seguem fora por lesões mais graves, com retorno previsto apenas em 2026. No caso de Calleri, houve ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo em abril, no duelo contra o Botafogo, no estádio Nilton Santos.
O técnico Hernán Crespo optou por reconfigurar o setor ofensivo. Em vez de um centroavante fixo, escalou uma dupla de frente com Luciano e Gonzalo Tapia, buscando manter a criação de chances mesmo sem a referência tradicional — uma solução prática, quase como improvisar em um jogo onde faltam peças-chave.
Houve também mudanças na defesa: o titular Ferraresi ficou de fora por suspensão, após receber o terceiro cartão amarelo, e Sabino entrou em seu lugar. Rafael Tolói e Cédric Soares seguem em recuperação e não foram relacionados para a partida.
Escalação provável
- Goleiro: Rafael
- Defesa: Alan Franco, Arboleda e Sabino
- Meio-campo: Maik, Bobadilla, Marcos Antônio, Rodriguinho e Enzo Díaz
- Ataque: Lucas Moura (ou Gonzalo Tapia) e Luciano
Em resumo: Dinenno iniciou a recuperação pós‑operatória; Calleri, Ryan Francisco e André Silva têm retorno previsto só para 2026; e a suspensão de Ferraresi abriu espaço para Sabino no Morumbi. Com o elenco reduzido, o clube fez adaptações táticas para encarar a partida.







