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Esportes

Pressão aumenta e comentarista crava fim da linha para Rogério Ceni no Bahia

Após eliminações e futebol abaixo do esperado, ciclo do treinador é questionado diante da paciência do Grupo City.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Esportes
11 de maio, 2026 · 15:26 1 min de leitura

A permanência de Rogério Ceni no comando do Bahia está por um fio, pelo menos na opinião de quem acompanha o dia a dia do clube. O clima esquentou após os resultados negativos acumulados, incluindo a queda na Pré-Libertadores e o risco real de dar adeus à Copa do Brasil diante do Remo, deixando o time com calendário vazio.

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Para o comentarista Caio Leony, da TV Aratu, o ciclo do técnico já chegou ao fim. O analista destaca que, apesar do investimento pesado do Grupo City e da chegada de reforços de peso que o clube não via há décadas, o desempenho em campo não justifica a manutenção do trabalho, citando a falta de criatividade e a repetição de substituições que não funcionam.

O grande impasse mora na filosofia dos donos da SAF tricolor. O Grupo City é conhecido por não demitir treinadores no meio da temporada, como aconteceu com Renato Paiva, que só saiu por decisão própria após não aguentar as críticas. Ceni está no cargo desde setembro de 2023 e enfrenta agora o seu pior momento técnico.

A torcida, que recuperou a autoestima com as promessas de protagonismo nacional, demonstra cansaço. O Bahia ostenta atualmente uma das piores defesas da Série A, e a passividade da equipe em jogos decisivos, como na derrota para o Cruzeiro, tem sido o combustível para os pedidos de demissão nas redes sociais e nas arquibancadas.

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Enquanto a diretoria mantém o silêncio, o elenco sofre com a falta de rodagem. Jogadores que treinam diariamente e pedem passagem não recebem oportunidades, enquanto nomes de confiança do treinador seguem sendo escalados mesmo em má fase, o que gera questionamentos sobre a gestão do vestiário e o futuro do Esquadrão em 2025.

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