Na quarta-feira, 05/11, às 17h (horário de Brasília), o Manchester City recebeu o Borussia Dortmund no Etihad Stadium, em partida válida pela 4ª rodada da fase de liga da Champions League 2025/26. Foi uma tarde de futebol com cara de decisiva: não era só mais um jogo de novembro.
Contexto da fase de liga
A edição 2025/26 manteve o novo formato, substituindo os velhos grupos por uma fase de liga em pontos corridos. As oito primeiras equipes avançam direto às oitavas; as 16 seguintes brigam em playoffs por uma vaga nas fases finais. Antes do duelo no Etihad, City e Dortmund tinham campanhas idênticas — duas vitórias e um empate — mas, por critérios de desempate, o Dortmund aparecia em 6º e o Manchester City em 7º. Isso deixou o jogo ainda mais importante para a definição de posições.
O foco no ataque
Havia também o componente emocional: a chamada "lei do ex". O atacante Erling Haaland, formado no Dortmund, entrou em campo com 25 gols na temporada (clube e seleção). E quem não estaria de olho nele, tentando ampliar a sequência contra os alemães?
Prováveis escalações
As escalações oficiais saíram cerca de uma hora antes do apito inicial, mas as prováveis formações apresentadas antes do jogo davam a entender como as equipes deveriam se posicionar:
- Manchester City (tendência): Donnarumma; Matheus Nunes, Ruben Dias, Gvardiol e O’Reilly; Nico González, Bernardo Silva e Phil Foden; Cherki, Doku e Haaland. Técnico: Pep Guardiola.
- Borussia Dortmund (tendência): Kobel; Anton, Schlotterbeck e Bensebaini; Yan Couto, Nmecha, Jobe Bellingham e Svensson; Adeyemi, Julian Brandt e Guirassy. Técnico: Xabi Alonso.
Arbitragem e transmissão
A arbitragem foi chefiada por Szymon Marciniak (Polônia), com os assistentes Tomasz Listkiewicz e Adam Kupsik (ambos da Polônia) e Piotr Lasyk no VAR. A partida foi transmitida de forma exclusiva pelo serviço de streaming HBO Max.
O resultado teve peso extra: definiu quem somaria pontos importantes naquele momento e influenciou a distribuição de vagas diretas para as oitavas e os confrontos dos playoffs. Em uma fase tão curta e competitiva, cada lance passa a valer muito mais — como se cada ponto pesasse uma mão na balança.







