O presidente do Vitória, Fábio Mota, criticou as condições dos gramados do Campeonato Baiano durante o Conselho Técnico do Baianão 2027, realizado em 21 de outubro, no Cineteatro 2 de Julho, em Salvador. A realização da reunião no local, na sede do Irdeb, foi informada pela Federação Bahiana de Futebol (FBF).
Segundo a cobertura sobre o encontro, Mota afirmou que a competição evoluiu desde a chegada da TVE, mas avaliou que os gramados continuam como o principal problema. O dirigente também citou as condições dos campos no interior do estado ao abordar o tema.
Ao mencionar o Adauto Moraes, em Juazeiro, campo utilizado pela Juazeirense, o presidente rubro-negro disse que o Vitória faz esforço para manter uma folha de R$ 9 milhões e questionou a realização de partidas naquele estádio. Ele afirmou que uma lesão sofrida no local poderia afastar um jogador por seis ou sete meses.
Mota usou o Campeonato Paulista como referência de gestão para competições estaduais. Na avaliação dele, o apoio do governo de São Paulo e de empresas privadas contribui para a padronização dos gramados. O dirigente ponderou que os contextos estaduais são diferentes, mas defendeu uma aproximação do trabalho para melhorar a condição técnica do Baianão.
A discussão sobre o Adauto Moraes já havia ocorrido em janeiro de 2025, quando Mota reclamou do campo após uma partida entre Vitória e Juazeirense pelo Campeonato Baiano. Dias depois, Roberto Carlos, presidente da Juazeirense, respondeu que o gramado estava em boas condições. Em declaração registrada pelo Bahia Notícias, ele disse que o estádio não era “um lugar onde o futebol é impraticável”.







