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Basquete mundial: NBA inicia sua nova temporada com muitas novidades

A cada temporada, o Draft renova a liga e acende novas histórias. Em 2025, a primeira escolha foi Cooper Flagg, selecionado pelo Dallas Mavericks. O ala chega com status de fenômeno geracional: leitura de jogo madura para a idade, versatilidade em ambos os lados da quadra e impacto imediato projetado no sistema da franquia texana. 

Redação ChicoSabeTudoRedação · Esportes
06 de abril, 2026 · 21:19 3 min de leitura
Pixabay
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A temporada 2025/26 da NBA está prestes a começar, e a ansiedade só cresce. No Brasil, onde o futebol reina, milhões de pessoas também reservam tempo para acompanhar o melhor basquete do mundo. A liga não é apenas um campeonato: é um espetáculo global que movimenta audiências, inspira novas gerações e dita tendências dentro e fora das quadras. 

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Favoritos para a temporada 

O debate sobre os favoritos não vive só de intuição: ele se apoia em desempenho recente, profundidade de elenco e na leitura de mercado. É possível ter uma ideia mais clara sobre quais são os times favoritos para vencer as várias fases do campeonato, incluindo a final, consultando todas as odds da NBA disponíveis no oddschecker. Visto por esse prisma, o Oklahoma City Thunder, campeão de 2025 após uma série de sete jogos contra o Indiana Pacers, larga como candidato natural ao bicampeonato. A base com Shai Gilgeous-Alexander e Chet Holmgren, somada a um projeto técnico amadurecido, sustenta o status. Logo atrás, Cleveland Cavaliers, Denver Nuggets e New York Knicks aparecem bem cotados por motivos distintos: continuidade, estrelas em nível de MVP e coletivos que evoluíram nos últimos playoffs. Em uma temporada longa, quem chegar saudável e consistente entre outubro e abril tende a encarar o mata-mata com um passo à frente. 

Novos rostos na liga 

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A cada temporada, o Draft renova a liga e acende novas histórias. Em 2025, a primeira escolha foi Cooper Flagg, selecionado pelo Dallas Mavericks. O ala chega com status de fenômeno geracional: leitura de jogo madura para a idade, versatilidade em ambos os lados da quadra e impacto imediato projetado no sistema da franquia texana. 

Do lado brasileiro, os holofotes miram Nathan Fernandes Mariano, destaque do Sesi Franca. Com 2,07m, mobilidade e arremesso de média distância, o ala-pivô ganhou espaço no NBB e entrou no radar internacional. Seja via escolha na segunda rodada, contrato two-way ou uma passagem inicial pela Europa, é um nome que simboliza a ponte cada vez mais ativa entre o basquete nacional e a NBA. 

Brasileiros em evidência 

A presença do Brasil na NBA segue firme, ora com jogadores já estabelecidos em rotação, ora com perfis em desenvolvimento que buscam minutos e adaptação ao ritmo da liga. Esse intercâmbio tem efeito direto por aqui: clubes formadores, como Franca e Flamengo, colhem frutos de metodologias mais modernas, e jovens passam a enxergar a NBA como objetivo alcançável com trabalho e paciência. 

Mais do que números, o impacto é simbólico. Ver atletas brasileiros disputando minutos contra as maiores estrelas do mundo alimenta a cultura do basquete no país, puxa o interesse por categorias de base e amplia o público que acompanha a liga madrugada adentro. Essa vitrine também abre portas para técnicos, preparadores e scouts brasileiros que hoje circulam com naturalidade no ecossistema global do basquete. 

Quem mandou nos últimos cinco anos — e o que isso nos diz 

O passado recente ajuda a medir o nível de competitividade atual. Em 2021, o Milwaukee Bucks ergueu a taça com uma série histórica de Giannis Antetokounmpo. Em 2022, o Golden State Warriors retomou o trono guiado por Stephen Curry. Em 2023, foi a vez do Denver Nuggets conquistar o primeiro título da franquia, com Nikola Jokić em modo dominante. Em 2024, o Boston Celtics encerrou um jejum de 16 anos. E, em 2025, o Oklahoma City Thunder venceu o Indiana Pacers em sete jogos e celebrou o título já na era de Oklahoma. 

Essa sequência diz muito sobre a NBA atual: não há hegemonia prolongada, e pequenas margens decidem tudo. Elencos equilibrados, desenvolvimento de jovens, gestão de minutos e saúde do grupo fazem a diferença quando chega a hora pesada dos playoffs. Às vésperas do salto inicial de 2025/26, fica a pergunta que move a liga temporada após temporada: com favoritos claros, novatos empolgantes e um campo de candidatos faminto, quem escreve o próximo capítulo dessa história? 

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