Rodrigo Nestor, jogador do Bahia, não ficou calado na festa dos melhores do Campeonato Baiano. Mesmo com o time levantando a taça de campeão invicto, o Esquadrão de Aço teve apenas dois nomes na seleção do torneio, o que causou estranheza.
Dos onze jogadores escolhidos, só o próprio Nestor, como meio-campista, e Kauê Furquim, como ponta-esquerda, representaram o time campeão. Para completar, Dell, também do Bahia, foi eleito o Craque do Campeonato, mas curiosamente não entrou no time titular da premiação.
“Eu não sei como funciona a votação mas, para mim, lógico, se pudesse, seriam os jogadores do Bahia”, afirmou Nestor. Ele disse respeitar a escolha, mas deixou claro que esperava mais reconhecimento para seus companheiros de equipe.
A principal crítica do meia foi para a ausência do técnico Rogério Ceni entre os premiados. “Acho que o treinador que foi campeão de forma invicta, utilizando todos os atletas do elenco... merecia ter ganhado o prêmio”, defendeu.
O prêmio de melhor técnico ficou com Rodrigo Ribeiro, do Jacuipense, que fez uma ótima campanha. Nestor reconheceu o trabalho do colega, mas reforçou sua posição. “Ele fez um trabalho muito legal... mas eu sempre vou lutar pelos nossos”, disse.
A seleção final do Baianão 2026 foi formada por jogadores de diversos clubes, com o campeão Bahia sendo minoria. A situação gerou debate entre torcedores sobre os critérios da votação que elegeu os melhores do ano.







