O diretor de futebol do Bahia, Carlos Eduardo Santoro, foi sincero ao falar sobre o futuro do time sem o seu principal craque. Em entrevista recente, o dirigente afirmou que o clube não conseguirá encontrar um substituto à altura para Everton Ribeiro, destacando que atletas desse nível são únicos no mercado.
Santoro explicou que, quando o meia decidir parar ou sair, o Bahia terá que buscar alternativas táticas ou jogadores com perfis diferentes. Para o diretor, a lacuna deixada pelo camisa 10 será impossível de preencher com uma peça idêntica, já que ele une talento técnico e liderança nata.
Everton Ribeiro, que completou 37 anos nesta sexta-feira, foi a peça-chave para elevar o patamar das contratações do Tricolor. Segundo Santoro, a vinda do meia em 2024 serviu como um imã para outros jogadores de peso, que aceitaram o projeto ao saberem que jogariam ao lado do capitão.
Além do impacto nas negociações, o comportamento do veterano no Centro de Treinamento é usado como exemplo para os mais novos. O dirigente revelou que Everton é sempre um dos primeiros a chegar e um dos últimos a sair, mantendo a dedicação total mesmo após uma carreira vitoriosa.
Com 130 partidas disputadas pelo Esquadrão, 10 gols e 19 assistências, o jogador superou as expectativas iniciais. O contrato, que era previsto para dois anos, foi estendido para um terceiro devido ao alto rendimento físico e técnico que ele ainda apresenta nos gramados.
Para a diretoria, Everton Ribeiro não é apenas um jogador, mas um símbolo da nova era do clube. Enquanto ele estiver em campo, o Bahia aproveita o auge de um dos maiores nomes do futebol brasileiro na atualidade, ciente de que a busca por um sucessor será um dos maiores desafios da gestão.







