Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Emprego

Falta de deputados trava votação do novo piso salarial dos professores na AL-BA

Sessão caiu por falta de quórum nesta terça-feira (14); proposta do Governo prevê reajuste escalonado para a categoria

Redação ChicoSabeTudoRedação · Emprego
14 de abril, 2026 · 20:49 1 min de leitura

A votação do reajuste salarial dos professores da rede estadual de ensino acabou não acontecendo nesta terça-feira (14). A sessão na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) foi encerrada antes da hora porque não havia deputados suficientes no plenário para garantir a votação.

Publicidade

O clima esquentou durante a discussão, com críticas da oposição ao modelo de aumento escalonado proposto pelo governo Jerônimo Rodrigues. O deputado Hilton Coelho (PSOL) tentou emplacar uma emenda para que o reajuste fosse pago integralmente de uma vez, mas a sugestão foi rejeitada pelos parlamentares presentes sob o argumento de inconstitucionalidade.

A sessão chegou a registrar 32 parlamentares, mas após uma conferência pedida pelo deputado Samuel Júnior (PL), percebeu-se que o quórum necessário não estava completo. Com isso, a presidente da sessão, Ivana Bastos (PSD), não teve outra escolha a não ser encerrar os trabalhos sem decidir sobre o aumento.

O projeto enviado pelo Governo do Estado prevê um reajuste total de 5,4%, dividido em duas etapas: 3,4% aplicados em abril e mais 2% a partir de junho. Se aprovado, o piso para quem trabalha 40 horas semanais passará dos atuais R$ 4.965,24 para R$ 5.233,26.

Publicidade

A proposta também garante pagamentos retroativos a janeiro deste ano, com previsão de que o dinheiro chegue ao bolso dos educadores em maio. Além dos professores da rede regular, o texto inclui pela primeira vez regras específicas para o reajuste de educadores indígenas.

Com o adiamento, os professores estaduais seguem aguardando uma nova data para que o projeto retorne à pauta de votação na Assembleia Legislativa. Os vencimentos na categoria podem variar de R$ 2.565,32 (20h) até mais de R$ 11 mil para profissionais no topo da carreira.

Leia também