A série “Tremembé”, lançada pelo Prime Video, recria os bastidores da Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, trazendo à tona casos famosos do sistema prisional brasileiro.
10 detalhes para entender “Tremembé”
1. A prisão de Tremembé é real: A Penitenciária Doutor José Augusto César Salgado, popularmente conhecida como Tremembé II, foi inaugurada em 1948. Desde 2002, após uma rebelião, abriga detentos envolvidos em crimes de grande repercussão, como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga.
2. Inspiração em livros-reportagem: A trama é baseada em obras do jornalista Ulisses Campbell, como “Suzane: Assassina e Manipuladora”, que fornece uma perspectiva única sobre os eventos.
3. Abordagem diferenciada: Segundo Campbell, a série enquadra-se no gênero true crime, mas se distancia do foco nos delitos, privilegiando as consequências e a vida dos condenados.
4. Funcionalidade da prisão: “Tremembé” retrata o cotidiano da penitenciária, que inclui atividades para remição de pena, além de evitar a superlotação comum em outras instituições.
5. Elenco notável: A atriz Marina Ruy Barbosa interpreta Suzane, marcando sua estreia em um novo ciclo de carreira. O elenco traz ainda figuras conhecidas, como Bianca Comparato e Lucas Oradovschi, que revivem personagens polêmicos.
6. Reconstituição de entrevistas: A série faz uma reconstituição impactante da entrevista de Suzane com Gugu Liberato, um marco do sensacionalismo midiático no Brasil.
7. Bastidores conturbados: Críticas surgiram após o lançamento, com ex-detentos afirmando que a série distorce fatos. Campbell, por sua vez, reagiu expondo documentos que suportam a narrativa.
8. Legalidade do lucro: No Brasil, criminosos não podem lucrar com representações de seus crimes, uma vez que a legislação proíbe o enriquecimento ilícito.
9. Notáveis ausentes: Apesar de focar em casos emblemáticos, a produção deixa de lado outros criminosos conhecidos, como Robinho e Ronnie Lessa.
10. Impacto da série: “Tremembé” levanta discussões sobre a representação de crimes na mídia e os limites do entretenimento, refletindo sobre a realidade do sistema prisional.







