A Policlínica Regional de Saúde de Paulo Afonso é uma das unidades contempladas com novos equipamentos cirúrgicos pelo Ministério da Saúde. A Bahia foi beneficiada com 19 combos cirúrgicos e três tomógrafos por meio do Novo PAC Saúde, dentro do programa Agora Tem Especialistas. No estado, o investimento ultrapassa R$ 35 milhões.
A Policlínica Regional de Saúde de Paulo Afonso recebeu um combo voltado à cirurgia oftalmológica, assim como as unidades de Juazeiro e o Hospital Humberto Castro Lima, em Salvador. Esses equipamentos têm foco direto na ampliação de procedimentos como cirurgias de catarata e outros atendimentos de maior complexidade ocular.
Foram beneficiadas instituições de saúde de Alagoinhas, Amargosa, Barreiras, Feira de Santana, Irecê, Itororó, Jequié, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Salvador, Teixeira de Freitas, Valença e Vitória da Conquista. Os três tomógrafos reforçarão os atendimentos do SUS em Salvador, Camaçari e Irecê.
Os combos destinados à cirurgia geral são compostos por seis equipamentos cada e foram estruturados para ampliar a realização de procedimentos como vasectomias, laqueaduras e outras cirurgias de baixa e média complexidade.
O processo envolve entrega, instalação, treinamento de equipes para a execução e garantia estendida de 36 meses, que assegura utilização imediata. Ou seja, as unidades não precisam esperar para começar a usar os equipamentos.
O anúncio foi feito durante a assinatura de contratos pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ao todo, serão entregues 300 combos cirúrgicos e 40 tomógrafos, destinados a 185 municípios em todos os estados do país, com investimento de R$ 546 milhões.
Em todo o país, os combos viabilizam a realização de 428 mil cirurgias eletivas por ano, contribuindo para a redução das filas e do tempo de espera por procedimentos especializados.
A iniciativa reforça os resultados do programa Agora Tem Especialistas, responsável por 14,9 milhões de cirurgias eletivas em 2025, número 42% superior ao registrado em 2022. O programa também contabilizou 1,6 bilhão de consultas com especialistas, crescimento de 30%, e 1,3 bilhão de exames, aumento de 22%.
Além de ampliar o acesso à saúde, a compra centralizada dos combos cirúrgicos gerou economia superior a R$ 281 milhões para os cofres públicos, equivalente a uma redução de 37,9% em relação ao valor estimado. Na aquisição dos equipamentos, o Ministério priorizou produtos fabricados no Brasil, em linha com o desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde.






