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Flagrado com munições e embriagado, homem oferece R$ 1,5 mil a policiais para não ser preso em Aracaju

Suspeito foi detido após disparar dentro de casa no bairro Dom Luciano; tentativa de suborno resultou em segundo crime

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
09 de junho, 2026 · 08:10 2 min de leitura

Um homem foi preso em flagrante na noite do último domingo (7) no bairro Dom Luciano, na Zona Norte de Aracaju, após ser encontrado com munições ilegais dentro de casa. Durante o deslocamento à Central de Flagrantes, ele ainda tentou subornar os policiais com R$ 1,5 mil para ser solto, acumulando um segundo crime.

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A ação partiu de equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) da Polícia Militar de Sergipe (PMSE), que realizavam patrulhamento ostensivo na região quando receberam denúncias de que um homem estava efetuando disparos de arma de fogo dentro de uma residência.

Ao chegarem ao local, segundo informações divulgadas pela PMSE, os militares ouviram novos tiros vindos do interior do imóvel. Quando se aproximaram, avistaram o suspeito portando um revólver. Ao notar a presença policial, ele arremessou a arma pela janela. Mesmo após buscas nas imediações, o armamento não foi localizado.

O suspeito aparentava sinais de embriaguez e foi capturado e submetido a revista pessoal. Com ele, os policiais encontraram 10 munições calibre .22 e uma munição calibre .38. Durante a varredura no quarto do investigado, foram localizadas outras 10 munições calibre .22, totalizando 21 munições apreendidas.

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O caso tomou novo rumo no trajeto até a delegacia. Conforme a PMSE, durante o deslocamento para a Central de Flagrantes, o suspeito ofereceu R$ 1.500 em dinheiro aos policiais militares em troca da própria liberdade. A tentativa de suborno configurou o crime de corrupção ativa, previsto no artigo 333 do Código Penal, e fez com que ele fosse autuado por dois crimes distintos.

Vale lembrar que, pela legislação brasileira, o simples ato de oferecer o suborno já configura o crime, independentemente de o agente público aceitar ou não a oferta. A pena para corrupção ativa pode chegar a 12 anos de reclusão, além de multa.

O homem foi encaminhado preso à Central de Flagrantes respondendo por porte ilegal de munições de arma de fogo e corrupção ativa. O caso reforça a atuação preventiva do BPChoque em bairros da capital sergipana.

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