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Polícia e investigação

Ex-delegado é suspeito de aceitar R$400 mil para obstruir caso Marielle

PF investiga ex-delegado por obstruir caso Marielle Franco, suspeito de receber R$400 mil em propina.

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Investigações

As investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF) a respeito do assassinato de Marielle Franco, vereadora pelo PSOL-RJ, revelaram indícios de que o ex-delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, estaria envolvido em ações para assegurar a impunidade dos irmãos Brazão, Domingos e Chiquinho (União Brasil), deputado federal. Uma das acusações contra Rivaldo é a de ter recebido R$ 400 mil em propina com o intuito de interromper as investigações do caso.

Um documento menciona suspeitas de corrupção que teriam ocorrido na Delegacia de Homicídios, enfocando principalmente em Rivaldo Barbosa, que na época ocupava o cargo de chefe da Polícia Civil do RJ, e em outros servidores ligados a ele, especialmente aqueles responsáveis pelas investigações na Delegacia de Homicídios.

Segundo informações da coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, Rivaldo Barbosa está sendo investigado pela PF desde 2019. Isso começou um ano após a morte da parlamentar e do motorista Anderson Gomes. Um relatório sigiloso, assinado pelo delegado da PF Leandro Almada, atual superintendente regional da PF no Rio, recomenda que Barbosa seja investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) pela suspeita de obstrução nas investigações.

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