Uma operação policial no condado de Polk, na Flórida, terminou com 281 pessoas presas, entre elas 17 funcionários dos parques Disney World e Universal Studios. A ação durou sete dias e teve os resultados divulgados em 30 de outubro.
Segundo a reportagem do InfoMoney, 13 dos trabalhadores detidos eram da Disney e quatro da Universal. A publicação informa que, de acordo com a autoridade responsável pela operação, sete dos 17 funcionários são suspeitos de crimes relacionados à exploração sexual infantil.
A operação teve frentes distintas. Segundo autoridades citadas pela emissora NBC 6 South Florida, 32 prisões ocorreram na ação voltada a adultos que se deslocavam para encontrar crianças para sexo. Outras 249 foram feitas em uma frente relacionada ao tráfico humano, incluindo 117 compradores de sexo e 122 pessoas detidas por prostituição.
O xerife do condado, Grady Judd, afirmou que a investigação identificou entre os suspeitos um treinador de uma equipe esportiva que atende crianças de 11 a 14 anos e um militar da Marinha dos Estados Unidos.
Em um dos casos, segundo o InfoMoney, um funcionário da Disney foi preso ao comparecer a um encontro marcado pela internet com alguém que acreditava ser um menino de 13 anos. A pessoa com quem ele conversava era um policial disfarçado.
De acordo com o xerife, a Disney colaborou com as autoridades e informou que os funcionários presos foram demitidos. A reportagem do InfoMoney afirma que a Universal também colaborou, mas que a situação contratual de seus trabalhadores não foi integralmente esclarecida pelas autoridades.
A publicação informa ainda que os investigadores identificaram 11 possíveis vítimas de tráfico humano, que receberam atendimento de equipes de assistência social.







