Atacante do Flamengo, Gabigol aceita pagar R$ 110 mil por flagrante em cassino ilegal

O atacante Gabriel Barbosa Almeida, o Gabigol, não responderá a processo por crime de saúde pública após ter sido flagrado em um cassino clandestino na capital paulista, em março. O jogador aceitou nesta segunda-feira (26) um acordo com a Justiça de São Paulo para pagar 100 salários mínimos, o equivalente a cerca de R$ 110 mil, por ter infringido as regras mais rígidas de isolamento no estado.

A proposta foi feita pelo Ministério Público e aceita por Gabigol e sua equipe de advogados. A quantia será revertida ao Fundo Municipal da Criança e do Adolescente. Pela lei, o crime de infração à medida sanitária preventiva tem pena prevista de um mês a um ano de detenção, além de multa, no caso de condenação.

A reunião por videoconferência aconteceu nesta segunda-feira (26) e foi celebrada pelo juiz Fabricio Reali Zia, do Juizado Especial Criminal (Jecrim) no Fórum da Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista. Durante a audiência, que durou menos de 10 minutos, o jogador não comentou o processo, se limitando a aceitar os termos do acordo proposto.

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