Humor e romance embalam A Fórmula, nova série da Globo

Todo mundo já viveu situações em que imaginou como seria caso o tempo voltasse atrás e surgisse uma versão de si mesmo mais jovem. É baseada nessa aspiração quase universal que surge a série A Fórmula, que estreia quinta, na Globo. Estrelada por Drica Moraes e Fábio Assunção, a comédia romântica conta a história dos ex-namorados que se conheceram ainda jovens em uma Faculdade de Biologia, mas que se afastam depois de planejarem uma vida juntos. 

Trinta anos depois, os dois se reencontram e os dilemas do passado e do presente se misturam, literalmente, em novas formas. Isso porque, Angélica (Drica Moraes) é agora uma cientista de prestígio, que investe tudo em um experimento que promete prolongar a vida humana. Ricardo (Fábio Assunção), por sua vez, é um empresário carismático e famoso que faz fortuna na área da estética.

O reencontro depois de tantos anos se mostra decepcionante para os dois, já que Ricardo ainda tem na memória a mesma Angélica que conheceu quando jovem, e ela revive toda a sua decepção ao ver o desapontamento dele. Triste e sem esperança, ainda mais depois de perder o financiamento para sua pesquisa, Angélica decide ser cobaia de seu próprio experimento. É aí que se depara com um efeito colateral inusitado: ela volta a ter a aparência de quando tinha 20 anos, em um alter ego que ela mesma batiza de Afrodite.

A versão mais nova de si mesmo vai despertar a paixão de Ricardo e é aí que o par romântico vai se ver envolvido em um triângulo curioso.  “Afrodite (Luisa Arraes) não é uma volta no tempo de Angélica, não é ela jovem simplesmente, mas é uma outra mulher – ou a mesma mulher com 20 anos”, diferencia Drica Moraes.

Tanto assim que, no ápice do charme jovial, Afrodite pouco vai se importar com a missão de Angélica em reconquistar o antigo amor e vai também se apaixonar por Ricardo, virando assim uma espécie de rival de sua criadora. As transformações de Angélica em Afrodite dão a graça da série de oito episódios.

Além dos efeitos especiais, a direção apostou em um jogo de cena entre as atrizes. “Acho que a coisa mais legal da série foi ter permitido a gente fazer um mesmo personagem junto. Foi um deleite”, conta Luisa Arraes. Para Drica, o desafio pode ser percebido nas cenas em plano-sequência, nas quais toda a equipe teve de estar muito atenta e entrosada para fazer dar certo. 

 

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