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Esportes

Fábio Mota usa trajetória de Alisson Santos para defender permanência de Fabri no Vitória

Presidente rubro-negro descarta empréstimo e quer renovar vínculo do atacante, que tem contrato até o fim de 2026 e acumula 43 jogos pelo clube

Redação ChicoSabeTudo
08 de julho, 2026 · 12:07 2 min de leitura
Atacante Fabri em treino do Esporte Clube Vitória
Atacante Fabri em treino do Esporte Clube Vitória

O presidente do Esporte Clube Vitória, Fábio Mota, saiu em defesa do atacante Fabri e deixou claro que o jogador não vai a lugar nenhum. Em entrevista ao Canal do Dinâmico, o dirigente revelou que um empréstimo chegou a ser discutido internamente, mas a decisão final foi mantê-lo no elenco e caminhar para a renovação do contrato, que vai até o final de 2026.

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Para justificar a aposta num atleta contestado por parte da torcida, Mota recorreu a um exemplo que o próprio clube conhece bem: Alisson Santos, hoje no Napoli, da Itália. Segundo o presidente, o atacante revelado pelo Leão também era vaiado no banco de reservas e chegou a receber pedidos de demissão antes de se tornar uma fonte de receita para o clube.

"O Alisson era essa mesma confusão, ninguém queria e era vaiado no banco. Queriam que eu mandasse embora. Emprestei ao Figueirense e depois pra Segunda Divisão de Portugal, no fim está aí. Eu tenho que raciocinar", declarou Mota ao Canal do Dinâmico.

O raciocínio do presidente passa pela visão financeira do jogador como ativo do clube. Fabri, cujo nome completo é Fabrício Santos, foi contratado no início da temporada 2025 e acumula 43 jogos pelo rubro-negro baiano, com cinco gols marcados e três assistências distribuídas. Também foi peça do elenco que conquistou a Copa do Nordeste em 2026.

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Uma das participações mais relevantes do atacante aconteceu na temporada passada do Campeonato Brasileiro: foi dele a assistência para o gol de Gabriel Baralhas, lance decisivo que ajudou o Vitória a garantir a permanência na Série A. Apesar disso, Fabri perdeu espaço no time de Jair Ventura ao longo de 2026 e virou alvo de críticas.

Mota foi direto ao explicar a lógica por trás da decisão. "Evidente que eu sou torcedor, mas quando você ocupa a cadeira de presidente, você tem que raciocinar como presidente", afirmou. Para ele, Fabri é um patrimônio do clube — não um problema a ser resolvido com empréstimo.

A diretoria enxerga o atacante de 25 anos como um ativo com potencial de valorização, num raciocínio semelhante ao que guiou a gestão do caso Alisson Santos. Com o contrato expirando em dezembro, o Vitória já trabalha para estender o vínculo antes que a situação se complique no mercado.

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Segundo informações divulgadas pelo portal A Tarde, Fabri está nos planos da comissão técnica liderada por Jair Ventura e pode ganhar mais espaço no segundo semestre, período em que o clube retoma a rotina após a pausa para a Copa do Mundo.

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