O Vitória vive um momento difícil na defesa. Desde a volta do futebol brasileiro após a Copa do Mundo, em 16 de julho, o time baiano disputou 11 partidas entre Brasileirão e Copa do Brasil e sofreu 15 gols, média de 1,36 gol por jogo.
No período, o retrospecto do Vitória é de três vitórias, um empate e sete derrotas. A equipe só não foi vazada em quatro dos 11 jogos: contra Vasco, Botafogo (duas vezes) e Athletico-PR. Justamente essas quatro partidas concentram todos os resultados positivos do time no intervalo analisado.
Nas outras sete partidas, em que o Vitória sofreu ao menos um gol, o time saiu derrotado em todas. A sequência começou com vitória sobre o Vasco por 1 a 0, no Barradão, pela 19ª rodada do Brasileirão. Depois veio um empate sem gols com o Botafogo, no Nilton Santos.
A partir daí, os tropeços se sucederam. O Vitória perdeu por 2 a 0 para o Remo e sofreu goleada de 4 a 0 diante do Palmeiras, no Barradão. Pela Copa do Brasil, o time perdeu por 2 a 0 na ida das oitavas para o Athletico-PR, mas se recuperou na volta, com goleada de 4 a 0 no Barradão, sem sofrer gols, e avançou às quartas de final.
O momento positivo, porém, foi seguido de nova sequência negativa. O Vitória perdeu por 2 a 0 para o Flamengo, venceu o Botafogo por 1 a 0, mas voltou a sofrer derrotas: 2 a 0 para o Bahia no Ba-Vi, 1 a 0 para o Vasco na ida das quartas da Copa do Brasil e, no último sábado (29), 2 a 1 para o Atlético-MG, na Arena MRV.
Ao todo, são sete gols sofridos em quatro derrotas consecutivas. Considerando apenas a Série A, o Vitória levou 12 gols em oito jogos desde a retomada, média de 1,5 por partida. Na Copa do Brasil, a defesa foi vazada três vezes em três jogos no mesmo período.
O próximo compromisso do Vitória é na quarta-feira (2), no Barradão, contra o Vasco, pela volta das quartas de final da Copa do Brasil. Depois de perder a ida por 1 a 0 em São Januário, o time baiano precisa vencer por dois gols de diferença para avançar direto, ou por um gol para levar a disputa aos pênaltis.







