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Emprego

Denúncia aponta plano de demitir eleitores de Lula em Jacobina

Segundo A Tarde, nomes de trabalhadores foram compartilhados em grupo de mensagens por causa de posição política.

Redação ChicoSabeTudo
02 de novembro, 2026 · 00:10 1 min de leitura
Foto: Divulgação | Fonte: A Tarde
Foto: Divulgação | Fonte: A Tarde

Empresários de Jacobina, no Piemonte da Chapada Diamantina, são alvo de uma denúncia de assédio eleitoral envolvendo uma suposta articulação para demitir trabalhadores que declararam voto ou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações foram publicadas pelo jornal A Tarde.

Segundo o veículo, proprietários de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços organizaram a mobilização em um aplicativo de mensagens. Participantes teriam trocado listas e nomes de funcionários que deveriam ser desligados por causa de seu posicionamento político.

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A Tarde informa que as conversas ocorreram no grupo DIJ – Direita Independente de Jacobina, formado por apoiadores do senador Flávio Bolsonaro (PL) e com mais de 250 integrantes. O caso veio à tona, conforme a publicação, depois que capturas de tela foram vazadas e compartilhadas nas redes sociais.

O jornal identifica o médico e político Rafael Mesquita (PL) como um dos membros ativos do grupo, mas não lhe atribui uma ação específica na suposta articulação. Mesquita é suplente na Assembleia Legislativa da Bahia e recebeu 5.617 votos na eleição para deputado estadual, segundo a reportagem.

Em outro relato sobre a divulgação de áudios atribuídos a integrantes de grupos de direita, o site Augusto Urgente, com crédito ao Radar Jacobina, informou que Mesquita publicou um vídeo em 30 de outubro. Nele, o médico negou envolvimento com declarações de terceiros, repudiou boicotes e perseguição por divergência política e disse que pretendia consultar advogados sobre possíveis medidas judiciais.

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A reportagem de A Tarde não informa quando ocorreram as conversas nem se houve demissões. O assédio eleitoral no trabalho pode envolver coerção ou intimidação para influenciar o voto ou punir empregados por suas escolhas políticas.

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