O pagamento do Bolsa Família com o novo reajuste começa em 19 de outubro de 2026. Em Curitiba, os beneficiários seguem o calendário nacional, organizado pelo último dígito do Número de Identificação Social (NIS), com depósitos até 30 de outubro.
O reajuste de 15,04% foi formalizado pelo Decreto nº 13.120. A norma corrige os valores do programa pela variação acumulada do INPC entre março de 2023 e agosto de 2026. Os efeitos financeiros começam em 1º de outubro, mas a disponibilidade aos beneficiários ocorre a partir do dia 19, conforme o calendário de pagamentos.
Com a atualização, o valor mínimo garantido por família passa de R$ 600 para R$ 691, segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Esse valor funciona como piso. O total recebido pode ser maior, conforme a composição familiar e os benefícios adicionais. O pagamento médio estimado sobe de R$ 675 para R$ 777.
Os demais benefícios também foram reajustados. O Benefício de Renda de Cidadania passa de R$ 142 para R$ 164 por integrante. O Benefício Primeira Infância, destinado a crianças de até sete anos incompletos, sobe de R$ 150 para R$ 173. Já o Benefício Variável Familiar passa de R$ 50 para R$ 58 por integrante enquadrado nas regras do programa.
O calendário segue o final do NIS: final 1 recebe em 19 de outubro; final 2, em 20; final 3, em 21; final 4, em 22; final 5, em 23; final 6, em 26; final 7, em 27; final 8, em 28; final 9, em 29; e final 0, em 30 de outubro. A Caixa Econômica Federal faz os pagamentos, e os valores podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem.
Para receber o Bolsa Família, a família precisa estar inscrita no Cadastro Único e ter renda mensal de até R$ 218 por pessoa. Também deve cumprir compromissos de saúde e educação, como pré-natal, vacinação, acompanhamento nutricional de crianças menores de sete anos e frequência escolar mínima.
O MDS orienta que os dados do Cadastro Único sejam atualizados sempre que houver mudança na composição familiar, no endereço, na renda ou na situação escolar de crianças e adolescentes. A revisão deve ocorrer, no máximo, a cada 24 meses para evitar a interrupção do pagamento.
Não há informação específica sobre o impacto do reajuste em Curitiba. Para a cidade, valem as mesmas regras, valores e datas do calendário nacional.







