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Cultura

Falcão do Guig Ghetto festeja fim do carnaval no Campo Grande

Falcão, vocalista do Guig Ghetto, celebra o encerramento do carnaval no Campo Grande, um circuito com o qual tem grande carinho. A banda arrastou um trio sem cordas, levando seu samba-pagode com 23 anos de história.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Cultura
17 de fevereiro, 2026 · 16:08 2 min de leitura
Foto: Alana Dias/Bahia Notícias
Foto: Alana Dias/Bahia Notícias

A energia do carnaval de Salvador ganhou um capítulo especial com a presença da banda Guig Ghetto no último dia da folia. Nesta terça-feira (17), o grupo de pagode animou o Circuito Osmar, no Campo Grande, em Salvador, na Bahia, em um show que deixou um gostinho de quero mais para o público. Falcão, o carismático vocalista da banda, compartilhou com o Bahia Notícias a alegria e a satisfação com o saldo positivo das apresentações do grupo neste ano.

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Para Falcão, encerrar o carnaval em um palco tão tradicional tem um significado muito pessoal. O Circuito Osmar, conhecido por ser o coração do carnaval do centro da cidade, é um local de grandes memórias para o cantor.

“Eu estou muito feliz porque, assim, é encerrar o Carnaval num percurso que eu tenho muito carinho, que é o centro da cidade, o Campo Grande. Eu cresci curtindo o Carnaval aqui. E é um dia para estar lá com a família, estar com as crianças. Então eu estou muito feliz de compartilhar com o público um trio de graça, sem cordas, para que a população curta um equipamento bacana”, disse Falcão, transbordando emoção.

A apresentação do Guig Ghetto foi um verdadeiro presente para os foliões. Um trio sem cordas, ou seja, aberto a todos, é uma forma de democratizar a festa e permitir que mais pessoas sintam de perto a vibração do carnaval. A banda trouxe para a rua toda a sua experiência e o swing que a consagrou ao longo de mais de duas décadas.

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Com 23 anos de história completados no ano passado, o Guig Ghetto carrega uma bagagem musical e cultural enorme. Falcão refletiu sobre a jornada da banda, destacando os desafios e as recompensas de manter a essência do samba-pagode, ao mesmo tempo em que o grupo se renova e acompanha as tendências musicais atuais.

“São 23 anos de muito samba. Olhando um pouco para trás, a gente vê que o caminho foi longo, o caminho foi duro, um caminho de muita provação, mas com muita satisfação também para estar com o povo. A gente tenta atualizar, mas sempre percebemos também que a nossa vertente é no nosso pagode, que a gente sabe fazer daquela mesma forma de sempre”, finalizou o vocalista, celebrando a identidade musical que sempre marcou o Guig Ghetto.

A capacidade de se adaptar sem perder as raízes é uma marca registrada do Guig Ghetto. Essa combinação de tradição e inovação garante que a banda continue relevante e amada por diferentes gerações de fãs, mantendo viva a chama do pagode baiano nos carnavais e em tantos outros palcos pelo Brasil.

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