Paulo Afonso · BA
Última hora
Operação prende 14 suspeitos em Salvador nesta manhãSTF retoma julgamento sobre marco temporal nesta tardeVitória empata em casa pela Copa do BrasilVagas de emprego no polo de Camaçari saltam 22%Salvador registra maior volume de chuva do mês
PI 637
Cultura

Cidades fictícias dos videogames que ficam na memória

Das ruas de Los Santos ao Reino de Hyrule, cidades fictícias marcam por projeto visual, narrativa e detalhes que moldam memórias dos jogadores.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Cultura
29 de outubro, 2025 · 05:09 2 min de leitura
Raccoon City – Resident Evil / Crédito: Capcom (divulgação)
Raccoon City – Resident Evil / Crédito: Capcom (divulgação)

Algumas cidades fictícias dos videogames ficam na nossa memória muito depois de desligarmos o console. Elas não são apenas cenários: viram personagens, palcos de histórias e, às vezes, críticas sociais disfarçadas de mapa. Qual delas você lembra primeiro?

Cidades que ficaram na memória

  • Los Santos — uma reprodução crítica de Los Angeles, Califórnia, vista em títulos como GTA: San Andreas e GTA V.
  • Raccoon City — cidade do Meio-Oeste dos EUA afetada pelo surto do vírus T, criado pela Umbrella Corporation e destruída em 1998 por uma operação governamental.
  • Night City — uma Califórnia distópica fundada por Richard Night, dominada por megacorporações e implantes cibernéticos.
  • Reino dos Cogumelos — universo colorido e recorrente das aventuras do Mario, lar da Princesa Peach, de Toad e dos planos de Bowser.
  • Reino de Hyrule — palco das disputas entre Link, Zelda e Ganon, com pontos de referência como o vulcão Eldin, o Lago Hylia e o Deserto de Gerudo.
  • Saint Denis — metrópole inspirada em Nova Orleans, Louisiana, que revela avanço industrial e desigualdade no Velho Oeste de Red Dead Redemption 2.
  • Kamurochō — distrito baseado em Kabukichō, em Tóquio, presença constante na franquia Yakuza.
  • Midgar — cidade controlada pela corporação Shinra, dependente da energia Mako, destaque em Final Fantasy VII e seus remakes.
  • Rapture — cidade-estado subaquática idealizada por Andrew Ryan na década de 1940, que se tornou uma distopia.
  • Pallet Town — a pacata vila inicial de Pokémon Red e Blue, onde ficam a casa do protagonista e o laboratório do Professor Oak.
Publicidade

O que une esses cenários é a combinação de projeto visual, narrativa e pequenos detalhes de ambientação. Juntos, esses elementos reforçam temas claros: da ostentação e crítica social em Los Santos à decadência industrial de Midgar; do colapso corporativo em Raccoon City às tensões entre progresso e tradição em Saint Denis. Lugares menores, como Pallet Town, trabalham a nostalgia e o desejo de explorar.

Vários desses ambientes continuaram relevantes em produções seguintes: Los Santos reapareceu em novos títulos da série Grand Theft Auto, Midgar foi revisitada nos remakes de Final Fantasy VII, o Reino de Hyrule segue presente em jogos como Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, e locais como Kamurochō e Pallet Town continuam integrando suas franquias. E você — qual desses mundos ainda aparece na sua memória quando fecha os olhos?

Leia também