A trajetória de Juju do Pix na tentativa de reverter um procedimento estético realizado no passado ganhou um novo desdobramento nesta semana. A influenciadora Juju Oliveira passou por mais uma cirurgia em São Paulo, na última terça-feira (20), para retirada de resíduos de óleo mineral aplicados em seu rosto em 2017 e que, ao longo dos anos, provocaram complicações significativas.
A nova intervenção foi necessária após dificuldades na cicatrização da primeira cirurgia, realizada cerca de dois meses atrás. Durante o procedimento mais recente, o cirurgião responsável, Thiago Marra, exibiu fragmentos do óleo já enrijecido retirados da região da bochecha da paciente, evidenciando a gravidade do quadro clínico.
Segundo o médico, a cirurgia teve caráter reparador e pontual. “Removemos o que chamamos de ponto de adão. Foi um procedimento de pequeno porte, com anestesia local e sedação, durou aproximadamente uma hora e a recuperação tende a ser rápida”, explicou. O objetivo, de acordo com ele, foi preparar a área para as próximas etapas do tratamento.
Mesmo sendo uma intervenção menor, os primeiros resultados já são perceptíveis. Juju apresentou melhora na abertura da boca e redução da papada, indicando evolução positiva no processo de recuperação. Ainda assim, o especialista ressalta que o tratamento está em andamento e exige acompanhamento contínuo.
A primeira cirurgia ocorreu em 20 de novembro, no Hospital Indianópolis, também na capital paulista. Após receber alta, a influenciadora retornou à sua cidade de origem, mas segue sob monitoramento médico. Conforme informou Marra, uma nova cirurgia de maior porte já está prevista e deve acontecer entre três e seis meses.
“Há uma área da papada bastante comprometida que não pôde ser totalmente tratada de uma só vez. Além disso, existia uma assimetria facial importante, que já apresentou melhora, mas ainda não foi completamente corrigida”, detalhou o cirurgião.
Em publicações nas redes sociais, o médico também explicou os riscos envolvidos nesse tipo de procedimento. Exames apontaram que o óleo mineral endureceu dentro dos tecidos do rosto, o que aumenta a complexidade da cirurgia. “Se retirarmos tecido em excesso, existe risco real de necrose. Por isso, cada etapa precisa ser cuidadosamente planejada”, afirmou.
Marra destacou ainda a imprevisibilidade enfrentada pela equipe médica. “Não é possível saber exatamente onde esse material está. Ele pode estar próximo a nervos, vasos ou músculos. Cada cirurgia traz surpresas”, relatou. A expectativa é que o inchaço diminua gradualmente, com resultados mais evidentes entre seis meses e um ano.
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