O fim de ano em Salvador, na Bahia, sempre traz duas grandes expectativas: a escolha da roupa perfeita para a virada e a imaginação solta sobre como gastar o tão sonhado prêmio da Mega da Virada. E para a virada de 2025, a expectativa é ainda maior, já que o sorteio promete um valor recorde de R$ 1 bilhão em jogo.
Para entender como o público baiano mistura tradição, superstição e grandes sonhos para o Ano-Novo, nossa equipe conversou com diversas pessoas que estavam curtindo o Festival Virada Salvador, na Arena O Canto da Cidade, localizada na Boca do Rio. As respostas mostraram uma rica mistura de cores e planos para o futuro.
Cores do Réveillon: Tradição e Superstição
Na hora de escolher o look da virada, as preferências variam, mas sempre com um toque de significado. Jorge, por exemplo, não hesita: o azul será sua cor para começar o ano.
"Para mim, é uma cor que abre caminhos, me dá clareza, me deixa mais vivo", contou ele, explicando sua escolha.
Já Cláudio prefere seguir o clássico branco, uma cor tradicionalmente associada à paz e à tranquilidade para o novo ciclo. Há também quem arrisque no dourado, buscando atrair riqueza e, quem sabe, já começar o próximo ano milionário.
Outros entrevistados, como Almir, não se prendem tanto às regras das superstições mais populares, mas não dispensam uma ajudinha da sorte. Ele contou que pretende virar o ano usando uma camisa verde e uma cueca vermelha, uma combinação inusitada para atrair prosperidade e paixão.
Sonhando com o Bilhão da Mega da Virada
Além das cores, o prêmio da Mega da Virada foi outro assunto que esquentou as conversas. Com R$ 1 bilhão em jogo, os sonhos ganham proporções gigantescas.
Jorge, que aposta no azul para o Réveillon, prefere manter seus planos em segredo caso ganhe o prêmio. Brincando com a situação, ele disse:
"Isso é uma coisa que a gente não fala, apenas faz. Primeiro tem que ganhar."
Outro entrevistado, que escolheu o dourado para atrair riqueza, já tinha um plano mais conservador e bem-humorado:
"[Se ganhasse na Mega da Virada], eu deixaria lá guardado e rendendo. Nem ia mexer", brincou.
Almir, por sua vez, foi direto sobre o que faria com a bolada. Se a sorte sorrisse, ele já tem tudo planejado:
"Faria investimentos, ajudaria a família e conheceria o mundo", revelou, sem hesitar.
O Festival Virada Salvador, palco dessas conversas cheias de esperança e planos, foi um dos pontos altos do fim de ano na capital baiana. Em sua penúltima noite, na terça-feira (30), o evento reuniu grandes nomes da música como Olodum, Bell Marques, Alok, Felipe Amorim e Belo, garantindo a animação do público enquanto os sonhos para 2025 ganhavam forma nas mentes dos participantes.
Entre cores vibrantes e planos grandiosos, os baianos demonstram que a virada de ano é muito mais do que uma data no calendário; é um momento de renovar as esperanças e de se permitir sonhar alto, seja com a paz que o branco traz ou com o bilhão que a Mega da Virada promete.







