O Atlético de Alagoinhas está com os olhos fixos em um futuro promissor, impulsionado pela chegada da Sociedade Anônima do Futebol (SAF). Foi o que destacou Albino Leite, presidente do clube, durante o lançamento do Campeonato Baiano 2026. O evento aconteceu nesta quarta-feira (17), no Cineteatro 2 de Julho, na sede do IRDEB, e serviu de palco para o mandatário revelar os planos ambiciosos do Carcará.
Com a SAF, sob a gestão da TLS Sport, o Atlético de Alagoinhas, da cidade de Alagoinhas, na Bahia, realizou investimentos significativos no elenco. A equipe já está em ritmo acelerado de preparação no Centro de Treinamento em Cachoeira, focada nos desafios da próxima temporada. “O Atlético sempre esteve vivo nas competições. No ano passado, ficamos em quarto lugar no Baianão, com muita luta e determinação. Agora, com a SAF, estamos com uma novidade importante. O elenco está se preparando forte no CT em Cachoeira e já fizemos algumas contratações pontuais muito boas. Acredito que podemos, sim, fazer um diferencial este ano de 2026”, contou Albino Leite.
Série D como a grande prioridade do Carcará
Embora o Campeonato Baiano seja fundamental para garantir um calendário cheio em 2027 e manter o time na primeira divisão do estado, a grande meta do Carcará para 2026 é a Série D do Campeonato Brasileiro. O presidente explicou a estratégia do clube:
“É claro que o Baianão é importante em todo o processo para garantir um espaço para o ano de 2027. Queremos ter calendário e manter o time na primeira divisão, com a meta de estar entre os quatro primeiros. Mas o mais importante é a Série D. Em 2026, seis times sobem para a Série C, e esse é o foco maior do clube. É onde a equipe vai ganhar um novo gás. Depois do Baianão, vamos ver as peças que precisam ser contratadas e reforçar ainda mais o elenco para entrar bem no campeonato da Série D.”
A transformação do Atlético de Alagoinhas em SAF foi oficializada em setembro do ano passado. No acordo inicial, 90% das ações foram vendidas para a TLS Sports por um valor de R$20 milhões, com o potencial de chegar a R$60 milhões, dependendo de metas e resultados. Essa injeção de recursos é vista como um divisor de águas para o futuro do time, permitindo investimentos que antes seriam impensáveis e fortalecendo a estrutura para buscar objetivos maiores no cenário nacional.







