Depois da vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, na Arena Fonte Nova, o técnico Rogério Ceni fez uma leitura direta: o elenco está desgastado pela sequência de jogos e a proximidade de decisões em competições diferentes.
Calendário apertado
Ceni lembrou que, enquanto alguns clubes terão descanso na data Fifa, o Bahia terá compromissos importantes já na semana seguinte. Como encaixar tudo isso sem perder peças-chave?
Nas palavras do treinador: “É um time que está cansado e vai ficar cansado. Se outros reclamam do calendário com dez dias de folga, nós temos dois jogos nesse intervalo. Para a gente é mais apertado e complicado de achar jogadores. Jogar domingo, quarta, sábado, enquanto o Fluminense deve estar descansando e se preparando. Mas é o que temos, vamos dar um jeito de sobreviver”, disse Rogério Ceni.
Escalação e desfalques
Ceni explicou que a montagem do time tem sido dificultada por ausências e que a solução passa por aproveitar atletas da base e preservar quem puder fisicamente. Ele citou nomes que não estarão disponíveis: Erick, Kanu, Caio Alexandre e possivelmente Michel Araújo. Por isso, há a preparação de jovens como o próprio Fredi Lippert, dos sub-20.
O treinador deixou claro que a ideia é competir em cada jogo, mas com prioridades: poupar onde for possível para ter forças na final regional.
Próximos passos
- Domingo (31), às 18h30: Bahia x Mirassol, no Estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol (SP).
- 3 e 6 de setembro: partidas decisivas da Copa do Nordeste (final).
- Após isso: jogo de volta contra o Fluminense pela Copa do Brasil.
Em resumo: o time tenta equilibrar rodízio, recuperação física e uso da base para atravessar uma janela curta e cheia de decisões. A meta de Ceni é clara — montar times competentes para cada duelo e chegar inteiro às finais.