Nos últimos anos, o Google apresentou o Nano Banana — nome informal do modelo Gemini 2.5 Flash Image — voltado à criação e edição de imagens. A ferramenta apareceu no AI Studio e também no ambiente público LM Arena (este com acesso gratuito). O apelido simpático, que virou assunto em fóruns e redes sociais, chegou a ganhar repercussão até em Paulo Afonso, na Bahia.
Como surgiu o apelido
O nome nasceu em testes internos: funcionários começaram a usar emojis de banana em postagens e experimentos, e a brincadeira acabou se espalhando antes do anúncio oficial. Por trás do humor, havia um sistema com foco em fidelidade visual e em consistência entre cenas e personagens.
Como funciona
O modelo apoia-se em três pilares principais, bem práticos:
- Geração a partir de texto: cria imagens automaticamente a partir de descrições detalhadas;
- Edição localizada: permite selecionar e alterar partes específicas de uma imagem — roupas, cenário, iluminação, e por aí vai;
- Transferência de estilo: aplica o estilo visual de uma imagem em outra, por exemplo transformar uma foto em algo com estética de pintura ou animação.
Além disso, o sistema aceita múltiplas imagens de entrada para mesclar cenários e personagens. Um ponto destacado foi a capacidade de manter coerência visual entre imagens sequenciais — algo que costuma ser desafio em outras ferramentas.
Acesso e uso
O acesso se deu por duas frentes: o AI Studio, pensado para desenvolvedores e criadores que queriam explorar o modelo em profundidade, e o LM Arena, um ambiente de testes aberto ao público. O fluxo de uso foi simples e direto:
- Acessar a plataforma;
- Escolher entre criar ou editar;
- Enviar uma imagem ou escrever um prompt;
- Refinar o resultado;
- Exportar a imagem final.
Quem usou
Profissionais de áreas como marketing, moda, entretenimento, arquitetura e educação passaram a empregar a ferramenta — para gerar campanhas visuais, simular roupas, criar personagens e outras aplicações práticas.
Concorrência e diferenciais
No confronto com concorrentes como MidJourney, DALL·E e Stable Diffusion, o modelo do Google se destacou pela consistência visual, pela interface acessível e pela integração com o ecossistema da empresa.
Perspectivas
Entre as possibilidades apontadas para evolução estão a criação de vídeos a partir de prompts, integração com Google Drive e Workspace, maior presença em dispositivos móveis e compatibilidade ampliada com softwares profissionais. Como isso vai impactar o dia a dia da criação visual? Resta acompanhar as próximas etapas.